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Casa Branca é isolada após relatos de tiros em Washington


Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos colocaram a Casa Branca em estado de alerta na tarde desta segunda-feira (4/5), após relatos de tiros nas proximidades da residência presidencial, em Washington.

O complexo chegou a ser colocado em lockdown por alguns minutos, como medida de segurança. Segundo autoridades, o episódio ocorreu nas imediações da 15th Street com a Independence Avenue, a poucas quadras da Casa Branca.

A Suprema Corte norte-americana determinou, nesta quarta-feira (28/2), que julgará em abril o recurso apresentado por Donald Trump
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Trump citou operação militar norte-americana no Irã durante evento infantil de Páscoa na Casa Branca
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Trump citou operação militar norte-americana no Irã durante evento infantil de Páscoa na Casa Branca

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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

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O Serviço Secreto informou, inicialmente, que uma pessoa havia sido baleada por agentes de segurança durante a ocorrência, sem detalhar as circunstâncias do disparo ou a identidade do envolvido.

Em seguida, durante coletiva de imprensa, o vice-diretor do Serviço Secreto, Matt Quinn, detalhou que, além do homem armado, um pedestre menor de 18 anos também foi ferido.

Conforme o relato dele, agentes à paisana identificaram por volta das 15h30 um homem considerado “suspeito” e que aparentava estar armado enquanto patrulhavam o perímetro externo da Casa Branca.

Os agentes solicitaram apoio de policiais uniformizados do Serviço Secreto para abordar o indivíduo. No entanto, quando as equipes se aproximaram, o homem fugiu a pé. “Ele sacou uma arma e atirou na direção dos nossos agentes e policiais. Eles revidaram e atiraram”, relatou Quinn.

O suspeito foi baleado pelos agentes e encaminhado ao hospital. Em relação ao segundo ferido, o Serviço Secreto acredita que o tiro tenha sido disparado pelo homem armado, embora a investigação ainda esteja em andamento.

“O indivíduo não sofreu ferimentos com risco de vida, mas também está recebendo tratamento hospitalar”, acrescentou Quinn.

Situação normalizada

Apesar do alerta, um evento na Casa Branca que contava com a presença do presidente Donald Trump seguiu normalmente e não foi interrompido.

A polícia de Washington afirmou que a área foi isolada por precaução, mas posteriormente considerada segura.

Até o momento, não há informações sobre a motivação do incidente.



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Sobe para 2 o número de feridos em troca de tiros perto da Casa Branca


O número de feridos após troca de tiros registrada na tarde desta segunda-feira (4/5) nas proximidades da Casa Branca, em Washington D.C. subiu para dois.

Segundo o vice-diretor do Serviço Secreto, Matt Quinn, agentes à paisana identificaram por volta das 15h30 um homem considerado “suspeito” e que aparentava estar armado enquanto patrulhavam o perímetro externo da Casa Branca.

O incidente ocorreu a cerca de 1,7 km da entrada principal da residência presidencial, nos fundos do complexo.

De acordo com Quinn, os agentes solicitaram apoio de policiais uniformizados do Serviço Secreto para abordar o indivíduo. No entanto, quando as equipes se aproximaram, o homem fugiu a pé.

“Ele sacou uma arma e atirou na direção dos nossos agentes e policiais. Eles revidaram e atiraram”, afirmou Quinn.

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Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles
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Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles

(Photo by Andrew Leyden/Getty Images)

Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles
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Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles

(Photo by Andrew Leyden/Getty Images)

Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles
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Um tiroteio em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta metropoles

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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca
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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca

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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca
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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca

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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca
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Tiroteio em Washington ocorreu a menos de 2 km da Casa Branca

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O suspeito foi baleado pelos agentes e encaminhado ao hospital. Até o momento, as autoridades não divulgaram sua identidade nem o estado de saúde.

Durante o confronto, um pedestre menor de 18 anos também foi atingido por disparos. Segundo o Serviço Secreto, a suspeita inicial é de que o tiro tenha sido disparado pelo homem armado, embora a investigação ainda esteja em andamento.

“O indivíduo não sofreu ferimentos com risco de vida, mas também está recebendo tratamento hospitalar”, acrescentou Quinn.

Situação foi normalizada

O tiroteio aconteceu nas imediações da 15th Street com a Independence Avenue, região próxima a prédios administrativos federais e vias de acesso ao entorno da Casa Branca. Após os disparos, o complexo presidencial foi colocado em “lockdown” por alguns minutos como medida preventiva.

Apesar do alerta de segurança, um evento realizado dentro da residência presidencial, com a presença de Donald Trump, não foi interrompido.

A polícia de Washington informou que a área foi isolada logo após o incidente, mas posteriormente considerada segura. As autoridades seguem investigando a motivação do ataque e as circunstâncias completas da troca de tiros.

O caso ocorre em meio a um aumento das preocupações com a segurança no entorno da Casa Branca. Em novembro do ano passado, dois integrantes da Guarda Nacional foram baleados nas proximidades do complexo presidencial, levando a um novo lockdown da área.

Recentemente, um homem armado tentou invadir um jantar que reunia Trump e jornalistas em Washington. Segundo investigadores, o suspeito pretendia assassinar o presidente e integrantes do governo norte-americano, mas acabou detido após confronto com agentes do Serviço Secreto.



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Disparos de tiros ocorreram a menos de 2 km da Casa Branca. Veja local


Um tiroteio registrado na tarde desta segunda-feira (4/5), em Washington D.C., levou agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos a colocarem a Casa Branca em estado de alerta. O incidente ocorreu a cerca de 1,7 km da entrada principal da residência presidencial, nos fundos do complexo.

O local exato dos disparos foi registrado nas imediações da 15th Street com a Independence Avenue, uma área próxima a prédios administrativos e vias de acesso ao entorno da Casa Branca.

A residência presidencial chegou a ser colocada em “lockdown” por alguns minutos como medida de segurança. 

Disparos de tiros ocorreram a menos de 2 km da Casa Branca. Veja local - destaque galeria

O Serviço Secreto informou que uma pessoa foi baleada por agentes de segurança durante a ocorrência, mas detalhes sobre as circunstâncias do disparo e a identidade do envolvido não foram divulgados até o momento.

Sabe-se, apenas, que os tiros ocorreram após cronfonto entre um homem armado e agentes do Serviço Secreto.

Dia de evento na Casa Branca

Apesar do alerta, um evento que ocorria dentro da residência presidencial com a presença do presidente Donald Trump seguiu normalmente e não foi interrompido.

A polícia de Washington afirmou que a área foi isolada por precaução, mas posteriormente considerada segura.

Até o momento, não há informações sobre a motivação do tiroteio ou risco contínuo à sede do governo americano.

O episódio ocorre em meio a um histórico recente de reforço de segurança no entorno da Casa Branca.

Em novembro do ano passado, o complexo também foi colocado em lockdown após um ataque a tiros contra dois integrantes da Guarda Nacional nas proximidades. Uma das vítimas morreu e a outra ficou ferida.

O caso se soma, ainda, à tentativa recente de invasão a um jantar que reunia Trump e jornalistas da Casa Branca, em um hotel em Washington. O homem armado chegou a atirar contra agentes do Serviço Secreto, mas acabou detido.

Segundo autoridades norte-americanas, o objetivo do atirador era assassinar Trump e outros integrantes do governo dos Estados Unidos que estavam no local.



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Emirados Árabes interceptaram 15 mísseis iranianos nesta segunda (4/5)


Os Emirados Árabes Unidos interceptaram, nesta segunda-feira (4/5), 12 mísseis balísticos, três mísseis de cruzeiro e 4 drones iranianos.

Em comunicado, o Ministério da Defesa detalhou que três indianos ficaram feridos “em estado moderado”.

Para o Ministério de Relações Exteriores (MoFA), os ataques constituem uma escalada perigosa, “um ato de agressão inaceitável e uma ameaça direta à segurança, estabilidade e integridade territorial dos Emirados Árabes Unidos, em violação aos princípios do direito internacional e à Carta das Nações Unidas”.

O país enfatizou, ainda, que não vai tolerar ameaças à própria segurança e soberania.

“E que reservam-se o direito pleno e legítimo de responder a esses ataques não provocados de maneira a garantir a proteção de sua soberania, segurança nacional, integridade territorial e a segurança de seus cidadãos, residentes e visitantes, em conformidade com o direito internacional”, diz a nota.



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Irã eleva tom e ameaça EUA em meio à escalada no Estreito de Ormuz


A escalada de tensões no Estreito de Ormuz ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (4/5), após declarações duras do almirante Ali Akbar Ahmadian, representante do líder da Revolução no Conselho de Defesa da República Islâmica do Irã (IRGC).

Em mensagem divulgada pela agência estatal iraniana IRNA, Ahmadian afirmou que os Estados Unidos seriam responsáveis por “tomar como refém a segurança da navegação e da energia mundial” e alertou para possíveis respostas militares assimétricas na região.

“Os piratas marítimos americanos devem saber que operações complexas, combinadas e assimétricas em profundidade no campo de batalha irão alterar as equações de tal forma que o custo de suas decisões ultrapassará o limite de tolerância”, escreveu.

Ele acrescentou ainda que as ações iranianas não devem ser interpretadas como simples advertência. “Isso não é um aviso, mas parte de uma realidade que, com a permissão de Deus, se concretizará”, afirmou.

Ali Akbar Ahmadian, Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã
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Ali Akbar Ahmadian, Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã

Maksim Konstantinov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

A Suprema Corte norte-americana determinou, nesta quarta-feira (28/2), que julgará em abril o recurso apresentado por Donald Trump
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A Suprema Corte norte-americana determinou, nesta quarta-feira (28/2), que julgará em abril o recurso apresentado por Donald Trump

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Irã eleva tom e ameaça EUA em meio à escalada no Estreito de Ormuz - imagem 3
3 de 3Photo by Getty Images/Getty Images

Escalada em Ormuz


O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, ainda alertou os Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos contra o envolvimento em um “atoleiro”, afirmando que os recentes acontecimentos em Ormuz mostram que “não há solução militar para uma crise política”.

Em publicação no X, Araghchi afirmou que as negociações estão “progredindo graças ao esforço generoso do Paquistão” e advertiu que os EUA devem evitar ser “arrastados de volta a um atoleiro por pessoas mal-intencionadas”, estendendo o alerta também aos Emirados Árabes Unidos.

O chanceler iraniano também criticou o plano norte-americano “Projeto Liberdade”, que visa escoltar navios mercantes no estreito, afirmando que a iniciativa seria, na prática, um “Projeto Impasse”.

Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã realizou ataques contra embarcações de países neutros e citou um cargueiro sul-coreano atingido na região.

Trump também afirmou que forças americanas destruíram sete pequenas embarcações iranianas durante operações recentes no estreito, intensificando o confronto direto entre as duas forças.

O Comando Central dos EUA (Centcom) sustenta que missão norte-americana tem caráter defensivo e busca garantir a segurança da navegação global e da economia internacional.

Já o Irã acusa Washington de militarizar a região e ameaçar a soberania persa.

A crise ocorre em meio a um cenário de versões contraditórias sobre incidentes no estreito. Enquanto os EUA afirmam que navios comerciais atravessaram a região com apoio militar, autoridades iranianas negam e contestam as informações divulgadas por Washington.



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Brasileiro preso em Israel é ameaçado com pena de 100 anos, diz esposa


O brasileiro Thiago Ávila, preso após a interceptação de uma flotilha com destino à Faixa de Gaza, tem sofrido ameaças dentro da prisão em Israel. Segundo informações repassadas ao Metrópoles pela família nesta segunda-feira (4/5), ele teria ouvido ameaças de morte e foi intimidado com a possibilidade de permanecer detido por até 100 anos.

De acordo com a esposa do ativista, Lara Souza, Ávila está em cela solitária, sob luzes intensas ligadas durante 24 horas, condição que causa desorientação e privação de sono. Ela relatou ainda que o brasileiro enfrenta frio extremo, além de ser submetido a interrogatórios frequentes, que chegam a durar até oito horas.

Ainda segundo o relato, Ávila é mantido vendado sempre que deixa a cela, inclusive durante atendimentos médicos. Os interrogatórios, conforme a esposa, têm se concentrado principalmente na atuação da Global Sumud Flotilla, o que, segundo ele, indicaria uma tentativa de criminalizar a ação humanitária do grupo.

Brasileiro preso em Israel é ameaçado com pena de 100 anos, diz esposa - destaque galeria

A Justiça de Israel decidiu, no domingo (3/5), prorrogar por mais dois dias a prisão de Thiago Ávila e do ativista espanhol Saif Abu Keshek, detido na mesma operação. Ele passará por uma nova audiência prevista para terça-feira (5/5), ao meio-dia, no horário local.

Segundo a defesa, foram apresentadas cinco acusações contra o brasileiro, relacionadas à suspeita de associação com terrorismo e colaboração com o inimigo em período de guerra. Os advogados afirmam, no entanto, que não há provas formais que sustentem as acusações, que ainda não resultaram em denúncia.

Prisão

Ávila foi preso na última quarta-feira (29/4) durante uma ação das forças israelenses contra a flotilha da Global Sumud, que seguia em direção a Gaza com ajuda humanitária. A interceptação ocorreu em águas internacionais, nas proximidades da Grécia.

De acordo com a organização de direitos humanos Adalah, o brasileiro relatou ter sido mantido em isolamento desde a detenção e afirmou aos advogados que sofreu agressões durante a abordagem, incluindo espancamentos que o fizeram desmaiar.

A flotilha reunia cerca de 22 embarcações e 175 ativistas, que foram colocados sob custódia durante a operação, segundo os organizadores.

O governo de Israel sustenta que os participantes da missão têm ligação com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), entidade sancionada pelos Estados Unidos por suposta atuação em favor do Hamas. Já os organizadores da flotilha negam qualquer vínculo e afirmam que a iniciativa tem caráter exclusivamente humanitário.

Os governos do Brasil e da Espanha divulgaram uma nota conjunta condenando a detenção dos ativistas. No comunicado, os países afirmam que a ação de Israel viola o direito internacional e pode ser questionada em instâncias judiciais internacionais.



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Mauro Vieira conversa com chanceler do Irã sobre guerra com os EUA



Conflito segue sem perspectivas para acordo de paz. Tensões voltaram a se intensificar na região do Estreito de Ormuz



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Irã divulga novo mapa de área que diz controlar no Estreito de Ormuz


O Irã divulgou nesta segunda-feira (4/5), por meio da mídia estatal do país, novo mapa da área que alega ter controle no Estreito de Ormuz. A imagem mostra duas linhas vermelhas que delimitam a área que a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) diz controlar. Veja: 

Irã divulga novo mapa do Estreito de Ormuz que alega controlar
Irã divulga novo mapa de área de controle no Estreito de Ormuz

Ao sul, a linha cruza o Monte Mobarak, no Irã, e a cidade de Fujeira, nos Emirados Árabes Unidos; a oeste, a outra linha traça a ilha de Qeshm, no Irã, e a cidade de Umm Al Quwain, nos Emirados Árabes.

Disputa pelo Estreito de Ormuz

A afirmação iraniana ocorre um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que a Marinha estadunidense irá realizar operação para guiar navios retidos no canal marítimo.

“Para o bem do Irã, do Oriente Médio e dos Estados Unidos, informamos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis ​​restritas, para que possam seguir com suas atividades livremente”, disse Trump no domingo (3/5), nomeando a ação de “Projeto Liberdade”.

Por outro lado, o Irã reafirmou o controle da rota. “Movimentos marítimos contrários aos princípios declarados pela Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica enfrentarão sérios riscos”, disse o porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã.

Nesta segunda (4/5), a agência iraniana Fars, ligada à IRGC, publicou que dois mísseis do Irã atingiram embarcações dos EUA no Estreito de Ormuz. O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) negou a informação e afirmou que nenhuma embarcação foi atingida.

Os Emirados Árabes Unidos acusaram o Irã de atacar com drones uma embarcação petroleira do país que atravessava o estreito.



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Tiroteio em festa nos Estados Unidos deixa ao menos 10 feridos



De acordo com as autoridades, 10 pessoas ficaram feridas e precisaram ser levadas a hospitais da região



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Avião atinge poste e caminhão durante pouso em Nova Jersey nos EUA


Um avião da companhia aérea United Airlines colidiu, nesse domingo (3/5), com um poste de iluminação em rodovia de Nova Jersey, nos Estados Unidos. O impacto acabou danificando um caminhão que passava pelo local e ferindo o motorista.

De acordo com as autoridades, o avião se preparava para pousar no Aeroporto Internacional de Newark Liberty, por volta das 14h, quando colidiu com o poste. A aeronave, que transportava 221 passageiros e 10 tripulantes, pousou em segurança e ninguém a bordo ficou ferido.

O motorista do caminhão foi levado ao hospital com ferimentos leves e já recebeu alta.

Uma investigação preliminar indicou que um pneu de aterrissagem e a parte inferior da aeronave atingiram um poste, que acabou atingindo um veículo que trafegava na via em New Jersey Turnpike.

Em nota, a United Airlines afirmou que “realizará uma investigação rigorosa de segurança de voo sobre o incidente” e informou que a tripulação envolvida foi afastada do serviço como parte do procedimento padrão.

O caso segue sob investigação.



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