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Crianças são usadas como escudo contra agentes em protesto na Colômbia


Um vídeo que circula nas redes sociais mostra crianças sendo usada como escuto em um protesto em Bogotá, na Colômbia, durante confronto com forças de segurança. As cenas ocorreram na última quarta-feira (29/4).

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reagiu às imagens, divulgadas pela diretora do Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar (ICBF), Astrid Cáceres, nesta quinta-feira (30/4).

“Isso eu não admito. As crianças vêm em primeiro lugar na sociedade”, escreveu Petro em uma publicação na rede social X

De acordo com a mídia local, os registros mostram integrantes da comunidade indígena Emberá posicionando crianças e adolescentes à frente dos manifestantes, enquanto agentes da Unidade Nacional de Diálogo e Manutenção da Ordem (UNDMO) se preparavam para agir.

As imagens foram feitas durante protestos em frente ao Ministério do Interior da Colômbia, na capital colombiana. No vídeo, menores aparecem no meio do grupo, enquanto, ao fundo, forças de segurança utilizam bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

Segundo autoridades, a operação terminou sem registro de feridos graves. O secretário de Governo de Bogotá, Gustavo Quintero, afirmou que as crianças teriam sido usadas como “escudos de proteção” durante os confrontos.

Os episódios ocorreram após integrantes do povo Emberá ocuparem prédios do Ministério do Interior e bloquearem acessos ao local. De acordo com o governo, mais de 1,2 mil funcionários ficaram dentro dos edifícios por cerca de sete horas.

A mobilização faz parte de uma série de protestos da comunidade Emberá na capital, em que reivindicam melhores condições de vida, mais segurança e o cumprimento de acordos relacionados a direitos territoriais, reassentamento e assistência humanitária, segundo a imprensa local.



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Família descobre abuso sexual após criança se consultar com IA



Os familiares descobriram que os abusos começaram em 2025, durante uma viagem de férias



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Mark Zuckerberg, Elon Musk e mais viram cães-robôs em museu. Veja vídeo


Elon Musk, Mark Zuckerberg e Jeff Bezos ganharam uma releitura inusitada ao serem retratados como cachorros-robôs em uma instalação exibida em um museu de Berlim. A obra faz parte de Regular Animals, projeto interativo do artista americano Beeple.

As peças são cães robóticos com cabeças de silicone hiper-realistas inspiradas em líderes das big techs. Elas circulam pelo espaço expositivo e “defecam” imagens impressas.

Chefões de big techs viram cachorros-robôs
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Chefões de big techs viram cachorros-robôs

Reprodução/Instagram/@beeple_crap

Chefões de big techs viram cachorros-robôs
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Chefões de big techs viram cachorros-robôs

Reprodução/Instagram/@hyperfleshdude

Chefões de big techs viram cachorros-robôs
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Chefões de big techs viram cachorros-robôs

Reprodução/Instagram/@hyperfleshdude

Segundo a Associated Press, as imagens são produzidas a partir de registros captados por câmeras acopladas aos robôs. Com o uso de inteligência artificial, o sistema transforma as fotos para simular uma suposta “visão de mundo” das figuras representadas.

De acordo com os organizadores, a instalação propõe uma crítica à forma como percepções são moldadas por algoritmos e plataformas digitais. Beeple reforça essa ideia ao afirmar que, se antes artistas influenciavam a visão de mundo das pessoas, hoje esse papel está, em grande parte, nas mãos de bilionários da tecnologia, que determinam o que é visto — ou ocultado — por meio de seus códigos.

Considerado um dos artistas vivos mais valorizados do mundo, Beeple figura entre os maiores nomes do mercado de arte contemporânea. Em 2021, ele entrou para a história ao vender uma colagem digital por mais de US$ 69 milhões em um leilão.





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MUNDO

Trump pode continuar guerra contra Irã sem o aval do Congresso dos EUA


Termina nesta sexta-feira (1º/5) o prazo previsto pela lei norte-americana que obriga o presidente dos Estados Unidos a interromper a guerra no Oriente Médio ou pedir autorização ao Congresso para continuar o conflito.

Mas o governo Trump deixou claro que ignorará essa obrigação e avalia a possibilidade de realizar novos ataques contra o Irã para forçar Teerã a negociar um acordo.

O regime iraniano, que teve de ativar na noite de quinta-feira (30/4) o sistema de defesa antiaérea do país, promete uma reação “dolorosa e prolongada”.

Segundo a Constituição americana, apenas o Congresso tem o poder de declarar uma guerra. No entanto, uma lei aprovada em 1973 permite que o presidente inicie uma intervenção militar limitada para responder a uma situação de emergência, desde que, caso envolva tropas americanas por mais de 60 dias, obtenha autorização do Poder Legislativo.

Esta sexta-feira representaria, portanto, o prazo final para essa autorização de continuar o conflito iniciado em 28 de fevereiro. Mas o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, argumentou na quinta-feira que, em razão do cessar-fogo, “o relógio dos 60 dias está suspenso”.

“As hostilidades iniciadas no sábado, 28 de fevereiro, terminaram”, acrescentou à AFP um alto funcionário do governo americano. “Não houve troca de disparos entre as forças armadas dos Estados Unidos e o Irã desde a terça-feira, 7 de abril”, quando entrou em vigor o cessar-fogo.

“Derrota vergonhosa”

O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, afirmou na quinta-feira que os Estados Unidos sofreram uma “derrota vergonhosa” diante do Irã. Já o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, denunciou o bloqueio americano como uma “extensão das operações militares”.

Em Teerã, sistemas de defesa antiaérea foram ativados na noite de quinta-feira contra drones e aeronaves cuja procedência não foi divulgada. “O barulho da defesa antiaérea cessou após cerca de 20 minutos de atividade e de resposta contra pequenas aeronaves”, informaram as agências Tasnim e Fars, acrescentando que Teerã se encontrava novamente em uma “situação normal”.

A guerra deixou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano. Apesar da trégua e de primeiras conversas ocorridas em 11 de abril, em Islamabad, as negociações de paz parecem estar num impasse.

Duplo bloqueio do Estreito de Ormuz

Enquanto as discussões patinam, os efeitos do bloqueio de Ormuz se fazem sentir cada vez mais na economia mundial, entre escassez gradual de vários produtos, pressões inflacionárias e revisões para baixo do crescimento.

Washington impôs um bloqueio aos portos iranianos em retaliação ao bloqueio, por Teerã, do estreito. Antes do conflito, um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo transitava pela passagem estratégica. O duplo bloqueio fez os preços do petróleo dispararem.

Um alto funcionário americano mencionou uma possível prorrogação dessa medida “por meses”.

Diante da perspectiva de um prolongamento do conflito, o barril de Brent, referência mundial do petróleo bruto, ultrapassou brevemente, na quinta-feira, os US$ 126, atingindo o maior nível desde o início de 2022, durante a invasão da Ucrânia pela Rússia.

Na manhã desta sexta-feira, o produto registrava alta de 0,59%, a US$ 111,05.

“O mundo enfrenta a mais grave crise energética de sua história”, avaliou o diretor da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol.

“À beira do abismo”

O secretário-geral da ONU, António Guterres, também alertou para o “estrangulamento” da economia global devido à paralisação do estreito. “Agora é o momento do diálogo, de soluções que nos afastem da beira do abismo e de medidas capazes de abrir um caminho para a paz”, defendeu em uma mensagem na plataforma X.

Na frente libanesa, novos ataques israelenses no sul do país deixaram pelo menos 17 mortos na quinta-feira.

A embaixada americana em Beirute pediu uma reunião entre o presidente libanês e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, considerando o Líbano “em um ponto de inflexão”. “Seu povo tem a oportunidade histórica de retomar o controle de seu país e forjar seu futuro”, afirmou em publicação no X.

As operações conduzidas por Israel no Líbano, onde combate o movimento pró-iraniano Hezbollah, deixaram mais de 2.500 mortos e mais de um milhão de deslocados desde o início de março, segundo as autoridades.

Leia mais reportagens como esta em RFI, parceiro do Metrópoles.



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BRASIL

Carlos diz que Bolsonaro já está na sala de cirurgia: “Mais uma vez”


Ex-vereador e pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro (PL-SC) informou, nesta sexta-feira (1º/5), que o ex-presidente Jair Bolsonaro já se encontra na sala de cirurgia do Hospital DF Star, em Brasília. Bolsonaro passa por procedimento de reparação do manguito rotador e de lesões associadas no ombro.

Em publicação no X às 8h29, Carlos anunciou que o pai já estaria entrando para realizar o procedimento cirúrgico.

“O presidente Jair Bolsonaro [se] entra mais uma vez na sala de cirurgia”, escreveu Carlos.

Mais cedo, também pelas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu orações para Bolsonaro. “Peço aos meus irmãos em Cristo que orem pelo procedimento cirúrgico do meu galego”, escreveu, a caminho do hospital.

Cirurgia de Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes considerou parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que ressaltou existirem exames e relatório fisioterapêutico que indicam a necessidade de realização do procedimento cirúrgico requerido pela defesa do ex-presidente.

Os advogados pediram autorização para que o procedimento cirúrgico fosse realizado na semana passada, mas a decisão de Moraes só foi publicada na segunda-feira (27/4).



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cidades

MC Brinquedo anuncia conversão e abandona carreira de cantor no funk


MC Brinquedo usou as redes sociais nesta quinta-feira (30/4) para anunciar o fim da carreira musical como cantor de funk. No Instagram, o cantor que ficou conhecido pelo cabelo rosa e azul publicou um vídeo explicando a decisão.

Veja!

O artista, de nome real Vinicius Ricardo de Santos Moura, revelou ter se convertido ao evangelho e apagou todas as publicações do Instagram, onde conta com 6 milhões de seguidores.

MC Brinquedo anuncia conversão e abandona carreira de cantor no funk - destaque galeria

MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk
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MC Brinquedo anuncia fim da carreira no funk

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MC Brinquedo ficou famoso quando ainda era criança
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MC Brinquedo ficou famoso quando ainda era criança

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MC Brinquedo e se popularizou por conta do cabelo rosa e azul
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MC Brinquedo e se popularizou por conta do cabelo rosa e azul

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MC Brinquedo
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MC Brinquedo

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“Comecei a cantar ainda criança, com o coração cheio de vontade de viver tudo o que o mundo pudesse me oferecer. E ele me ofereceu muito, me deu nome, me deu fama, me deu multidão e também me deu os tropeços”, desabafou o artista.

Em carta aberta, ele completa: “Com a maior paz que eu já senti em toda a minha vida, venho comunicar publicamente a todos que estou encerrando a minha carreira no funk. Não como quem quer fechar uma porta com raiva, mas como quem entrega uma chave nas mãos de Deus.”

MC Brinquedo se popularizou quando ainda era criança, em 2014. O cantor acumulou milhões de visualizações com o funk e lançou sucessos como Roça Roça, Complexo e Revoada do Tubarão. Ao longo dos anos, colaborou com grandes artistas como MC Ryan, MC Kevin e MC Rick.





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DISTRITO FEDERAL

Rodrigo Castanheira é homenageado por família no dia em que faria 17 anos


Nesta quinta-feira (30/4), dia em que completaria 17 anos, Rodrigo Castanheira (foto em destaque) foi lembrado por familiares em homenagens publicadas nas redes sociais. O adolescente morreu em janeiro deste ano, após ser agredido pelo ex-piloto de Fórmula Delta Pedro Turra.

Rejane Fleury, mãe de Rodrigo, desabafou sobre a dor de enfrentar a data sem a presença do filho.

“Meu coração está em pedaços. Minha dor não cabe na minha alma. Estamos sofrendo muito com a sua ausência. Nenhuma mãe deveria sentir essa dor que corrói os ossos e dói na alma. Te amo, meu Digão, pra todo o sempre”, escreveu nas redes sociais.

A irmã do adolescente, Isabella Castanheira, também se emocionou ao prestar homenagem. Em publicação nas redes sociais, ela relembrou o crime que tirou a vida do jovem, então com 16 anos.

“Hoje, meu irmão completaria 17 anos, se não tivesse sido brutalmente assassinado após uma emboscada motivada pelo ciúme de um colega de classe”, escreveu.

Para Isabella, o irmão era seu “maior presente e maior realização”. “O Rodrigo era tudo o que eu sonhava e mais um pouco. Era meu orgulho e o motivo para ser melhor a cada dia, porque eu sabia que ele se espelhava em mim. Espero que o céu esteja em festa, meu irmãozinho”, completou.

Rodrigo Castanheira é homenageado por família no dia em que faria 17 anos - destaque galeria

Família de Rodrigo Castanheira pede Justiça
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Família de Rodrigo Castanheira pede Justiça

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Adolescente completaria 17 anos
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Adolescente completaria 17 anos

Divulgação/Senac-DF

Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, 16 anos
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Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, 16 anos

Redes sociais

Amigos, familiares, pessoas públicas e instituições ligadas ao jovem prestaram homenagens
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Amigos, familiares, pessoas públicas e instituições ligadas ao jovem prestaram homenagens

Foto: Reprodução/Instagram


Entenda o caso

  • Pedro Arthur Turra Basso, 19 anos, e Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, 16, se envolveram em uma briga na noite de 22 de janeiro, em Vicente Pires (DF); o confronto foi gravado por testemunhas;
  • Inicialmente, a versão apresentada indicava que a confusão teria começado após Turra jogar um chiclete mascado em um amigo da vítima, momento em que Rodrigo teria reagido em defesa do colega;
  • A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) passou a investigar se essa versão foi usada para encobrir a real motivação da agressão;
  • Segundo novos relatos colhidos pela investigação, Rodrigo pode ter sido vítima de uma emboscada motivada por ciúmes;
  • A apuração indica que Pedro Turra teria sido chamado para agredir a vítima a pedido de outro piloto menor de idade, que teria se incomodado ao saber que Rodrigo estava conversando com a ex-namorada dele;
  • Em determinado momento, Pedro Turra desfere um soco que faz Rodrigo bater a cabeça contra a porta de um carro. A vítima aparenta perder as forças e cai, sendo a briga interrompida por pessoas que estavam no local;
  • Rodrigo foi socorrido e permaneceu 16 dias internado em estado gravíssimo na UTI de um hospital em Águas Claras. A morte cerebral foi confirmada no dia 7 de fevereiro.

Prisão preventiva

Pedro Arthur Turra Basso está preso preventivamente no Pavilhão de Segurança Máxima do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, desde 30 de janeiro.

Desde então, todos os pedidos de habeas corpus da defesa do ex-piloto da Fórmula Delta foram negados pelo Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) e também pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A Justiça do DF designou, nessa segunda-feira (27/4), a audiência de instrução do jovem. A sessão foi marcada para o dia 25 de maio, às 9h, e será realizada na 1ª Vara Criminal e do Tribunal do Júri de Águas Claras.

A fase de instrução, que se inicia agora, é o momento em que o juiz colhe as provas orais, ouvindo testemunhas de acusação, de defesa e, por fim, o interrogatório do réu.

Por se tratar de homicídio qualificado, o processo segue o rito do Tribunal do Júri. Encerrada a audiência de instrução, caberá ao magistrado avaliar se há indícios suficientes de autoria e materialidade que justifiquem o envio do réu a julgamento pelo júri popular.

Turra, se condenado, pode pegar uma pena de até 30 anos de prisão.



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BRASIL

Lula tem 48 horas para promulgar o PL da Dosimetria


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48 horas para promulgar o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, conforme prevê a Constituição Federal. Caso Lula não o faça dentro do prazo, a promulgação pode ser feita pelo presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União Brasil).

O PL da Dosimetria prevê a redução de penas para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro e foi aprovado pelo Congresso Nacional no fim de dezembro, ao apagar das luzes do Legislativo antes do recesso. Após aprovação, o texto foi encaminhado ao presidente Lula, que vetou a medida integralmente.

Após o veto presidencial, o texto retornou para apreciação do Congresso, que chegou a um veredito nessa quinta-feira (30/4), decidindo pela derrubada do veto de Lula.

Com a decisão, agora, o projeto de lei deve ser promulgado. A vigência é imediata a partir da data de publicação.

Conforme prevê a Constituição Federal, Lula deve fazer a promulgação do PL dentro de 48 horas. Caso não o faça, a tarefa é repassada ao presidente do Senado, que hoje é presidido pelo senador Davi Alcolumbre, que tem o mesmo período para a promulgação.

Caso o prazo também não seja cumprido, caberá ao vice-presidente do Senado fazê-lo.

A vice-presidência do senado é composta por dois senadores. Neste momento, Carlos Eduardo Gomes (PL) é o primeiro vice-presidente, e Humberto Costa (PT) ocupa a segunda vice-presidência. Na ausência do primeiro, é o segundo quem assume.

Parlamentares da oposição comemoram derrubada do veto de Lula ao PL da Dosimetria pelo Congresso Nacional
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Parlamentares da oposição comemoram derrubada do veto de Lula ao PL da Dosimetria pelo Congresso Nacional

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

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PL da Dosimetria

Na tarde dessa quinta, o Congresso Nacional derrubou o veto de Lula à medida por 318 votos pela derrubada no Congresso e 49 no Senado.

A votação foi vista como mais uma derrota para Lula no Congresso, que, um dia antes, na quarta-feira (29/4), viu a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ser rejeitada pelo Senado — feito que não ocorria desde 1894.

O Projeto de Lei da Dosimetria reduz as penas dos condenados pelos atos antidemocráticos após as eleições de 2022. O texto pode beneficiar ao menos 179 presos pelos atos antidemocráticos, sendo 114 em regime fechado, 50 em prisão domiciliar e 15 em prisão preventiva.

Entre os beneficiados pela medida está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre 27 anos e 3 meses de prisão. Com o texto, o ex-mandatário poderá ter a pena reduzida para mais da metade.

Em meio à derrubada do veto no Senado Federal, o governo deve acionar o STF para tentar reverter a decisão do Congresso. Após as duas derrotas recentes, a avaliação de parlamentares governistas ouvidos pelo Metrópoles é de que  passa a ser mais aceitável um embate indireto com o Congresso.



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DISTRITO FEDERAL

Carro pega fogo dentro de estabelecimento comercial no DF



O incêndio ocorreu na Cidade dos Automóveis e causou apenas danos materiais ao carro; três viaturas dos bombeiros atenderam a ocorrência



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BRASIL

STF decide que advogado público precisa de registro na OAB para atuar


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (30/4), que advogados públicos precisam ter registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para exercer a função. A decisão foi tomada por maioria no julgamento de um recurso e passa a orientar outros casos semelhantes na Justiça.

O caso analisado discutia se a aprovação em concurso público seria suficiente para que esses profissionais atuassem sem a inscrição na OAB. A controvérsia surgiu após uma decisão que autorizou um advogado da União a trabalhar sem registro na entidade, em Rondônia.

Ao julgar o tema, o STF definiu que a inscrição na OAB, prevista no Estatuto da Advocacia, é obrigatória também para advogados públicos. Os ministros, no entanto, fizeram uma ressalva: eventuais processos disciplinares devem ser conduzidos pelo órgão público ao qual o profissional está vinculado, e não pela OAB.

Posição dos ministros

A posição que prevaleceu foi aberta pelo ministro Edson Fachin e ganhou apoio de Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Em agosto do ano passado, já haviam aderido a esse entendimento os ministros André Mendonça, Nunes Marques e Luiz Fux.

Durante o julgamento, o ministro Dias Toffoli explicou que há uma diferença entre a atuação pública e privada. Segundo ele, quando o advogado trabalha para o Estado, a apuração de condutas deve ser feita internamente. Já na advocacia privada, a responsabilidade disciplinar é da OAB.

Ficaram vencidos o relator, Cristiano Zanin, e os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso (aposentado) e Flávio Dino, que entendiam que o vínculo com o serviço público e as regras próprias da carreira seriam suficientes para regular a atividade, sem necessidade de inscrição na entidade.

Como o caso tem repercussão geral –mecanismo que faz com que a decisão do STF seja aplicada a outros processos semelhantes no Judiciário – , a decisão do STF deverá ser seguida por outras instâncias do Judiciário em todo o país.



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