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IgesDF abre seleção para compra de equipamento que torna cirurgias mais seguras


O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 026/2026 para a aquisição de sistema de videoendoscopia rígida, equipamento utilizado em cirurgias minimamente invasivas.

Na prática, a tecnologia permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia, o risco de complicações e o período de internação dos pacientes.

A videoendoscopia rígida permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia | Foto: Divulgação/IgesDF

O sistema também oferece imagens em alta definição em tempo real, aumentando a segurança das equipes médicas durante os procedimentos, principalmente em áreas como cirurgia geral, ginecologia, ortopedia e urologia.

Além de auxiliar nas cirurgias, a videoendoscopia contribui para diagnósticos mais rápidos e precisos, já que permite uma visualização mais detalhada das estruturas internas do corpo, ajudando na definição do melhor tratamento para cada paciente.

As empresas interessadas podem consultar os critérios de participação e os documentos do processo no site oficial do IgesDF. As propostas devem ser enviadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio, até as 23h55, pela plataforma Apoio Cotações.

O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no portal do IgesDF.

Serviço
Objeto: aquisição de sistema de videoendoscopia rígida para unidades de saúde do IgesDF
Identificação: SEI nº 04016-00022606/2025-44
Número da cotação: 1510608
Período de envio de propostas: de 27 de abril a 11 de maio, até as 23h55
Plataforma: www.apoiocotações.com.br

*Com informações do IgesDF
 



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GDF orienta população sobre inscrição em creches no Riacho Fundo II


A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) está presente na terceira edição do programa itinerante GDF na sua Porta, que começou nesta segunda-feira (4) e segue até sexta (8), no quadradão cultural do Riacho Fundo II, ao lado do restaurante comunitário. Durante a semana, a população poderá acessar diversos serviços, incluindo os educacionais, e receber orientações diretamente no local.

A abertura da ação contou com a presença da governadora Celina Leão, da secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, além de outras autoridades, que acompanharam o início dos atendimentos e serviços públicos da comunidade. No local, a SEEDF disponibiliza diversos serviços por meio da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Núcleo Bandeirante, com orientações e encaminhamentos voltados à comunidade escolar. Entre os atendimentos oferecidos está o suporte para inscrição em creches públicas. Famílias que não conseguiram realizar o cadastro pelo telefone 156 podem fazer a solicitação diretamente no local. Após o registro, a etapa de validação documental deve ser concluída presencialmente na CRE.

“O GDF na sua Porta é um programa muito singular, que vai resolver a questão de zeladoria, daquilo que incomoda o cidadão, com a presença do governo na cidade, ouvindo as demandas, dando ordens de serviço. E, por onde nós passamos, há transformação, aconteceu no Paranoá e no Itapoã. É também uma oportunidade de ouvir a população, as informações vão chegando e você vai dando gestão”, destacou a governadora Celina Leão. “O GDF na sua Porta é, realmente, o governo com o olhar do cidadão”, disse.

SEEDF oferece atendimento à população com serviços de auxílio para inscrições em creche, orientações sobre programas estudantis e apoio da rede pública às famílias | Foto: Jotta Casttro/SEEDF

“Participar desta ação é uma forma de aproximar ainda mais a educação da comunidade. Esse espaço permite que a população tenha acesso facilitado a serviços essenciais, como inscrições em creche, orientações sobre assistência estudantil e informações sobre programas da rede pública. Nosso objetivo é garantir acolhimento, escuta e atendimento de qualidade, fortalecendo o vínculo entre a Educação e as famílias”, disse a secretária interina de Educação, Iêdes Soares Braga.

Outros serviços educacionais

Além disso, a equipe realiza consultas sobre lista de creches, verificação de vagas e informações sobre o programa Pé-de-Meia. A população também recebe orientações sobre assistência estudantil, como o Programa de Saúde do Estudante (PSE), Cartão Uniforme e Material Escolar, Programa de Transporte e Alimentação Escolar. Quando necessário, os cidadãos podem deixar o contato e aguardar a resposta da equipe técnica.

Outro destaque da participação da SEEDF é a ação de busca ativa de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O trabalho tem como objetivo localizar alunos que interromperam os estudos, compreender os motivos da evasão e buscar alternativa para possibilitar o retorno à rede pública de ensino.

Nesta edição, os atendimentos estão concentrados no Riacho Fundo II. No entanto, a Coordenação Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante atende também outras quatro regiões administrativas: Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Parkway e Riacho Fundo. 

Todas as demandas registradas durante o evento são organizadas em formulário próprio, com dados básicos de atendimento. Depois dessa etapa, o acompanhamento das solicitações deve ser feito diretamente junto à Coordenação Regional de Ensino responsável.

*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)



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Espaços Humanizar Kids melhoram experiência de pais e crianças em UPAs do Distrito Federal


Uma unidade de saúde não é necessariamente um lugar onde as pessoas desejam estar. Mas há maneiras de fazer com que esse serviço prestado em um momento de desconforto seja o mais confortável possível, especialmente para as crianças. Foi buscando isso que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) criou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) que contam com atendimento pediátrico.

“Atualmente, a iniciativa dos Espaços Humanizar Kids está consolidada em todas as UPAs com atendimento pediátrico do IgesDF, sendo elas Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. Esses espaços foram implantados com o objetivo de tornar o ambiente de espera mais acolhedor, lúdico e adequado às necessidades do público infantil”, destacou a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, Anucha Soares.

Os espaços têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter as crianças | Foto: Divulgação/IgesDF

As salas têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter os pequenos. “O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor”, observou a gerente, acrescentando que a criação dos espaços foi feita “por meio de parcerias com a iniciativa privada sem a utilização de recursos próprios do instituto, o que reforça o engajamento coletivo em torno da humanização do cuidado”.

“O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor”

Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF

Os primeiros espaços ficaram prontos em outubro do ano passado. À época, a então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha — que é madrinha do programa Humanizar, do IgesDF — acompanhou a inauguração da sala na UPA de Sobradinho.

“Desde a implantação, já é possível observar resultados importantes, como a redução da ansiedade durante o tempo de espera, maior engajamento das crianças no ambiente e uma percepção mais positiva por parte das famílias em relação ao atendimento. Os espaços contribuem diretamente para tornar a experiência mais leve, humanizada e alinhada às necessidades do cuidado infantil”, arrematou Anucha Soares.



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DF expande programa de preparo do solo e amplia alcance no campo


O Governo do Distrito Federal ampliou uma das principais frentes de apoio direto ao campo e abriu caminho para que produtores rurais em situação de vulnerabilidade iniciem o próximo ciclo agrícola com menos custos e mais estrutura. A partir de 11 de maio, estarão abertas as inscrições para o programa Preparo do Solo 2026, iniciativa que oferece mecanização agrícola gratuita e deve beneficiar entre 600 e 800 famílias em todo o DF.

O edital será publicado no Diário Oficial e tem como foco fortalecer a agricultura familiar e os assentamentos da reforma agrária. O público-alvo inclui famílias inscritas no CadÚnico e assistidas pela Emater-DF.

Criado em 2024 e executado pela primeira vez em 2025, o programa vem ganhando escala. Saiu de 55 famílias atendidas na estreia para cerca de 200 propriedades na edição seguinte e agora avança para um novo patamar. A proposta é simples, mas com impacto direto: garantir, sem custo, serviços como aração e gradagem do solo por meio de máquinas disponibilizadas pelo governo, reduzindo uma das principais barreiras enfrentadas pelos pequenos produtores.

A governadora em exercício, Celina Leão, destacou que a iniciativa foi estruturada para atender quem depende diretamente da terra para sobreviver. Segundo ela, o objetivo é assegurar condições mínimas para o plantio, com apoio técnico e operacional do governo. “Estamos lançando esse edital para garantir que essas famílias tenham o solo preparado sem custo algum, com suporte da Emater e da Seagri-DF. Serão mais de 600 famílias atendidas”, afirmou.

Além da mecanização, o programa também inclui suporte ao plantio, com fornecimento de insumos. “Não é só preparar o solo. Também levamos as condições necessárias para que o plantio aconteça de fato”, acrescentou a governadora.

Para o secretário de Agricultura, Rafael Bueno, o programa cumpre um papel essencial ao viabilizar a produção para quem não teria condições de arcar com os custos iniciais. Ele explicou que o governo garante duas horas de serviço mecanizado por propriedade. “Muitos não têm recursos para começar. Esse apoio permite que o plantio saia do papel”, disse.

Após essa etapa, os produtores também recebem apoio na fertilização, com adubo orgânico preparado pela Emater-DF. “Estamos ampliando o alcance do programa. É um compromisso levar estrutura para quem produz e garantir alimento para a população”, completou o secretário.

As inscrições devem ocorrer entre 11 de maio e 10 de junho de 2026, por meio dos sites da Emater-DF ou da Seagri-DF. O resultado final está previsto para ser divulgado até 30 de julho.

Com a ampliação do programa, o GDF consolida uma política pública voltada à base da produção agrícola e ao fortalecimento das condições de trabalho no campo.



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Projeto Em-canto & Em-cordas, na Estrutural, celebra dois anos unindo música e solidariedade


Na Estrutural, região com a menor renda per capita do Distrito Federal, o som de violinos e vozes em coro tem sido, há dois anos, muito mais que uma atividade artística. É uma poderosa ferramenta de sobrevivência e mudança social. O projeto Em-canto & Em-cordas, do Instituto Reciclando Sons, entra agora na reta final, com encerramento previsto para julho de 2026. A iniciativa tem apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e consolida um legado de 200 jovens atendidos e famílias fortalecidas por uma rede de apoio integral.

Viabilizada com mais de R$ 1 milhão do Fundo da Criança e do Adolescente, a iniciativa usa a música para reduzir danos e prevenir riscos sociais. Além das melodias, o coração do projeto reside numa estrutura socioassistencial robusta, em que os jovens passam por momentos de acolhimento conduzidos por uma equipe de 20 profissionais, que inclui psicólogos, assistentes sociais, professores, monitores e arte-educadores.

Meninos e meninas de 7 a 17 anos participam de atividades de canto, musicalização e informática pelo projeto Em-canto & Em-cordas | Fotos:  Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Três vezes por semana, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos participam, de manhã ou à tarde, de aulas de instrumentos de corda (violino, viola e violoncelo), musicalização infantil, canto coral e informática, além dos momentos de dinâmica psicossocial e de alimentação, com lanches oferecidos após todos os encontros.

Dó, ré, mi, facilitação

O diferencial é o suporte psicossocial que precede cada nota tocada — o projeto não apenas ensina a tocar um instrumento, mas amplia horizontes. Jovens como Jhonatas Levy, de 9 anos, e Maria Júlia Cardoso, de 10, raramente saíam da região administrativa e, agora, são presença frequente nos palcos. O grupo já se apresentou em locais como o Teatro Nacional Claudio Santoro, a Caixa Cultural, a Casa Thomas Jefferson e a Câmara Legislativa do DF.

Maria Júlia Cardoso gosta de tocar o clássico ‘Peixe Vivo’ no violino

Maria Júlia escolheu o violino pela beleza do instrumento. “Acho muito bonito”, conta a aluna, ao descrever que adora se apresentar com o projeto. “Eu gosto das aulas e também dos acolhimentos. Minha mãe sempre quis me inscrever aqui, desde que eu era pequenininha. Tentamos várias vezes, até que conseguimos vaga”, revela, acrescentando que a música que mais gosta de tocar é o clássico Peixe Vivo.

Jhonatas também escolheu o violino, mas por outro motivo. “É bem legal e é mais fácil de segurar, porque o violoncelo é muito grande e pesado. E eu sou pequenininho”, conta o aluno, que sabe tocar de olhos fechados Anunciação, de Alceu Valença. “Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam… E eu tenho várias amizades aqui”, afirma o garoto.

Jhonatas Levy conta o que o agrada no projeto: “Eu gosto muito das aulas, que fazem a gente aprender mais, das apresentações, dos acolhimentos, dos professores, dos tios que cuidam”

Mesmo acostumados a tocar nos grandes palcos do DF e cheios de desenvoltura, Maria Júlia e Jhonatas admitem que preferem quando a iluminação não permite a eles enxergar a plateia.

Cultura como escudo e acolhimento

Todos os dias, antes das aulas de instrumento ou canto, os jovens passam pelo acolhimento. Durante 15 minutos, a equipe trabalha temas como comunicação não violenta e inteligência emocional. “O acolhimento, na verdade, começa na hora que as crianças entram por essa porta até a hora em que saem”, explica a psicóloga Maria Helena Gama, destacando que o espaço oferece proteção e identidade para meninos e meninas que, muitas vezes, enfrentam realidades de extrema vulnerabilidade em casa.

“A gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver”

Maria Helena Gama, psicóloga

A psicóloga avalia que os momentos de acolhimentos são vitais para a saúde emocional dos alunos. “É uma forma de eles chegarem aqui, se sentirem acolhidos e protegidos nesse espaço. E a gente traz temas de situação que, às vezes, estão acontecendo em casa e eles não conseguem resolver”, explica.

O suporte contínuo foca na redução de danos e na prevenção de riscos sociais,  e garante que a música seja o fio condutor para uma formação humana completa e cidadã.

Trabalho que muda

O exemplo mais vivo de transformação é o da assistente social Elinielma Nascimento, que foi aluna do projeto em 2005, formou-se na Universidade de Brasília (UnB) e retornou anos depois como profissional da equipe.

“Voltei para compartilhar a tecnologia social que me acolheu na época”, conta, emocionada, ao destacar o sentimento de gratidão. “Eu me sinto completa, porque eu era uma dessas crianças vulneráveis. E hoje eu posso ajudá-las a vencer”. Para Elinielma, sua presença serve de espelho. “É uma forma de a gente se aproximar. As famílias e crianças olham para mim e pensam: ‘Ela chegou e conseguiu. Eu também posso’”, completa.

Impacto além das partituras

Elinelma Nascimento foi aluna no projeto e agora participa das ações como assistente social

O projeto transborda as salas de aula e alcança o cerne das famílias da Estrutural, muitas chefiadas por mães solo. Para essas mulheres, o instituto ofereceu cursos de gastronomia profissionalizante — o resultado é a geração de renda e autonomia.

Além da capacitação, o suporte inclui segurança alimentar, com distribuição de cestas básicas, e doação de outros insumos básicos, como roupas e sapatos.

As apresentações do projeto são planejadas como eventos socioculturais temáticos para toda a família. Em datas significativas, como o Setembro Amarelo e o Outubro Rosa, a música é acompanhada por ações de cuidado direto. Antes dos concertos, pais e alunos recebem atendimentos que variam de consultas com psicólogos,  e musicoterapeutas a exames médicos e orientações de saúde específicas.

Legado

 

“A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social”

Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons

O Em-canto & Em-cordas é apenas um dos projetos do Instituto Reciclando Sons, que em 25 anos já atendeu 50 mil pessoas e formou 13 mil estudantes. Com o ciclo atual caminhando para a formatura, o instituto busca novos editais para garantir que o som da mudança não pare de ecoar na Estrutural.

A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social – Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons

“Foi uma experiência transformadora, uma verdadeira celebração de cidadania e cultura. Uma lindeza só! A gente sabe que, se você trabalha na infância e na adolescência, você vai prevenir uma série de riscos sociais que levam a problemas de segurança social”, reflete Rejane Pacheco, idealizadora e fundadora do Reciclando Sons.

“Nossos alunos já foram para a Europa, hoje são professores da Escola de Música, na orquestra da Força Aérea Brasileira, na UnB… Eles conseguiram entrar profissionalmente na música, que consegue quebrar barreiras sociais”, conclui.
 



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Riacho Fundo II ganha reforço no transporte com 21 novas viagens de ônibus a partir desta quarta (6)


Os moradores do Riacho Fundo II vão encontrar mais ônibus circulando a partir desta quarta-feira (6). A Secretaria de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (Semob-DF) determinou o acréscimo de 21 novas viagens em dias úteis, distribuídas em quatro linhas que atendem a região.

A ampliação atinge principalmente quem depende do transporte para chegar à Rodoviária do Plano Piloto, um dos principais pontos de conexão do DF, além de facilitar deslocamentos internos dentro da própria região administrativa.

A linha 806.3, que faz o trajeto circular entre o Riacho Fundo II e o Parque do Riacho (Condomínio 42), terá o maior reforço: serão dez novas viagens por dia. A mudança deve beneficiar moradores de condomínios da região, que passam a ter mais opções para chegar até a rodoviária local e, de lá, acessar outras linhas do sistema.

Já a linha 870.3, que liga o Riacho Fundo II à Rodoviária do Plano Piloto pelo eixo da EPNB, ganha seis novas saídas no sentido centro. No mesmo trajeto, a linha 870.9 terá duas viagens adicionais em dias úteis.

Outra linha que passa por ajustes é a 882.3, também com destino ao Plano Piloto, que contará com três novos horários no mesmo sentido.

Com as mudanças, o governo busca reduzir o tempo de espera nas paradas e melhorar a distribuição de passageiros ao longo do dia, especialmente nos horários de pico. A expectativa é que o reforço traga mais previsibilidade e conforto para quem depende diariamente do transporte público na região.

Confira as linhas e novos horários:

⇒ Linha 806.3 – Circular Riacho Fundo II/Parque do Riacho (Condomínio 42)
Dia útil – saídas da Rodoviária do Riacho Fundo II:
6h42, 6h48, 6h54, 7h, 7h12, 7h33, 9h05, 10h05, 13h22, 13h46, 14h30, 15h, 15h48, 16h32, 17h27, 17h33, 17h39, 17h45, 17h51, 17h57, 18h01, 18h13, 19h10, 20h25, 21h29 e 22h41.

⇒ Linha 870.3 – Riacho Fundo II (Qs. 18 – Parque do Riacho 42 – CAUB II)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo)
Dia útil – saídas da Rodoviária do Riacho Fundo II:
4h45, 5h05, 5h25, 5h45, 6h05, 6h12, 6h32 e 6h45.

⇒ Linha 870.9 – Riacho Fundo II (Av. Contorno)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo)
Dia útil – saídas da Rodoviária do Subcentro do Recanto das Emas:
5h05, 5h15, 5h25, 5h35, 5h55, 6h15, 7h35 e 12h20.

⇒ Linha 882.3 – Riacho Fundo II (Qs. 18 – Parque do Riacho 42 – CAUB)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-SIG)
Dia útil – saídas da Rodoviária do Riacho Fundo II:
4h35, 5h35 e 6h15.



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Mutirão de limpeza remove descarte irregular em pontos críticos de Ceilândia


A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizou na manhã deste sábado (25), um grande mutirão de limpeza em áreas públicas que vinham sendo utilizadas de forma irregular para o descarte de lixo e entulho.

As equipes atuaram em diferentes pontos da cidade, incluindo uma área localizada ao lado do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia Norte, na QNM 16, além da Praça dos Eucaliptos e da QNM 8, em Ceilândia Sul. A operação contou com caminhão, retroescavadeira e equipes de apoio para retirada dos resíduos acumulados.

Durante a ação, foram recolhidos materiais descartados irregularmente, como pneus velhos, garrafas plásticas, embalagens, restos de móveis, eletrodomésticos inutilizados e lixo doméstico. O objetivo é recuperar áreas públicas, evitar impactos ambientais e garantir melhores condições urbanas para a população.

A operação contou com caminhão, retroescavadeira e equipes de apoio para retirada dos resíduos acumulados | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia

De acordo com a Administração Regional, o descarte irregular é proibido e pode gerar multa aos responsáveis. Além de comprometer a paisagem urbana, o acúmulo de resíduos favorece a proliferação de insetos e animais transmissores de doenças, como ratos, baratas e o mosquito da dengue.

“O trabalho de limpeza é realizado de forma contínua para preservar os espaços públicos e combater pontos de descarte irregular. A colaboração da população é essencial para manter a cidade limpa e evitar riscos à saúde”, destaca o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo de Souza Ferreira.

A orientação é que moradores utilizem os papa-entulhos disponíveis na cidade para o descarte correto de resíduos volumosos, contribuindo para a preservação ambiental e para a manutenção da limpeza urbana.

As ações de zeladoria são realizadas praticamente todos os dias pelas equipes da administração. Em média, cerca de 40 toneladas de lixo e entulho são recolhidas diariamente em áreas afetadas pelo descarte irregular em Ceilândia.

 

*Com informações da Administração Regional de Ceilândia



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DF abre licitação para quiosques em estações do metrô com grande circulação


Uma nova frente de negócios começa a ganhar forma dentro do transporte público do Distrito Federal. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal abriu um edital para concessão de espaços comerciais em estações estratégicas da capital, permitindo que empreendedores instalem quiosques em áreas de grande circulação de passageiros.

A medida contempla duas das estações mais movimentadas da rede, Estação Ceilândia Centro e Estação Samambaia, onde serão disponibilizados oito pontos comerciais, divididos igualmente entre os dois locais. A expectativa é impulsionar a oferta de serviços no metrô e transformar o ambiente em um espaço mais dinâmico para os usuários.

Com fluxo mensal que se aproxima de 300 mil pessoas nas duas estações, os novos pontos surgem como oportunidade para quem busca visibilidade e contato direto com o público. Só a Ceilândia Centro concentra cerca de 189 mil passageiros por mês, enquanto Samambaia registra aproximadamente 156 mil.

Os espaços, com tamanho entre 5,76 m² e 6,18 m², foram planejados para receber quiosques e permitem diferentes tipos de atividade comercial, desde que respeitem as diretrizes estabelecidas no edital.

Para o gerente comercial do Metrô-DF, Tiago Cardoso, a proposta amplia o papel das estações no cotidiano da população. “A ideia é transformar esses locais em pontos mais completos, com serviços que atendam às necessidades de quem passa por ali todos os dias, ao mesmo tempo em que abrimos espaço para novos negócios”, afirma.

Modelo busca atrair investidores

O formato adotado aposta na previsibilidade como atrativo. Os contratos terão duração inicial de 12 meses, com possibilidade de renovação, o que oferece mais segurança para o planejamento financeiro e o retorno do investimento.

Além disso, o processo será conduzido por meio de disputa de lances, levando em conta o maior valor ofertado pelo uso do espaço ao longo de um ano. O lance mínimo foi definido em R$ 30.150,12 para Samambaia e R$ 42.048 para Ceilândia Centro, com pagamento parcelado.

Outro ponto destacado pelo Metrô-DF é a transparência do modelo. “O empreendedor entra em um ambiente estruturado, com regras claras e um público já consolidado. Isso aumenta as chances de sucesso e torna o investimento mais atrativo”, completa Tiago Cardoso.

Prazo e regras

A participação é aberta a pessoas jurídicas que cumpram as exigências do edital. Algumas restrições foram estabelecidas, como a proibição da venda de determinados produtos, entre eles alimentos e bebidas em áreas específicas, além de itens de caráter político-partidário ou considerados inadequados para o ambiente.

Os interessados devem apresentar suas propostas até o dia 18 de maio, às 12h, na sede do Metrô-DF, localizada em Águas Claras. A abertura ocorrerá no mesmo dia, às 14h.

Informações adicionais, esclarecimentos e agendamento de visitas técnicas podem ser solicitados pelo e-mail sco@metro.df.gov.br ou pelo telefone informado no edital.



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Curso gratuito ensina produtores culturais do DF a usar o celular para fortalecer a presença digital


Transformar o celular em uma ferramenta profissional de divulgação pode ser o diferencial para ampliar o alcance de projetos culturais no Distrito Federal. Com esse objetivo, estão abertas as inscrições para o curso gratuito Mob Lab – Vídeos para o seu Projeto Cultural, que oferece formação prática voltada a produtores, comunicadores e empreendedores culturais que querem melhorar a presença nas redes sociais.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto, o projeto fortalece a autonomia dos agentes culturais. “O curso dialoga com um dos desafios contemporâneos da política cultural, que é ampliar o acesso às ferramentas de comunicação e dar visibilidade às iniciativas que já acontecem nos territórios”, afirma.

Realizada com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a iniciativa disponibiliza 40 vagas, distribuídas em duas turmas online, com início previsto para o dia 27 de abril | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Realizada com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a iniciativa disponibiliza 40 vagas, distribuídas em duas turmas online, com início previsto para o dia 27 de abril. Metade das oportunidades é destinada a pessoas com deficiência. “Além disso, ao priorizar a população LGBTQIA+, mulheres, negros, indígenas e pessoas com mobilidade reduzida, a ação reafirma o compromisso do FAC com a inclusão”, complementa o secretário da pasta.

“O curso dialoga com um dos desafios contemporâneos da política cultural, que é ampliar o acesso às ferramentas de comunicação e dar visibilidade às iniciativas que já acontecem nos territórios”

Secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto

Formação prática

As inscrições serão realizadas por meio de formulário online. O processo de seleção levará em conta critérios regionais e contará com lista de espera para preenchimento de vagas remanescentes.

Segundo o idealizador, Dival Porto Lomba, a proposta busca democratizar o acesso à produção audiovisual. “O curso será realizado de forma online, com oferta em três turnos, sendo selecionados os dois com maior número de inscritos. As aulas acontecerão ao longo de cerca de dois meses”, explica.

A formação tem carga horária de 42 horas e é voltada a pessoas de 20 a 60 anos da área cultural. Lomba explica que os participantes deverão desenvolver um projeto final ao longo do curso, aplicando os conhecimentos adquiridos em captação, edição e planejamento de conteúdo. 

“Esse material será avaliado pela equipe do projeto. A proposta é garantir um acompanhamento próximo durante todo o processo, permitindo que os alunos recebam orientações e aprimorem suas produções”, diz o idealizador.



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Innova Summit 2026: Credenciamento de imprensa começa nesta terça-feira (5)


Profissionais da comunicação interessados em cobrir o Innova Summit 2026  podem solicitar credenciamento entre os dias 5 e 11 de maio. Para participar, é necessário enviar nome completo, veículo de comunicação e editoria para o e-mail contato@institutoconecta.com.br. O evento será realizado de 12 a 14 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

O Innova Summit  um dos principais encontros de inovação do país, chega à edição de 2026 com uma proposta renovada: mais do que discutir tendências, o evento se posiciona como um verdadeiro laboratório de aplicação, focado em soluções práticas, resultados concretos e conhecimento que pode ser implementado no dia a dia.

A programação deste ano mantém uma programação diversificada, com múltiplos palcos e trilhas temáticas que abordam áreas como inteligência artificial, sustentabilidade, negócios digitais e inovação com impacto social. Cada palestrante do evento foi escolhido por um critério: resultado real. Zero hype.

Confira a programação completa em innovasummit.com.br.

Com informações do Tudo Ok Notícias



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