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Milton Guedes revela se teve aval de Lulu Santos para tributo


Após trabalhar ao lado de Lulu Santos por quase 30 anos, Milton Guedes estreou, na quarta-feira (29/4), no Rio de Janeiro, a turnê Milton canta Lulu, em homenagem ao ícone do pop brasileiro. Ao Metrópoles, o compositor e multi-instrumentista expôs como foi a conversa que teve com Lulu sobre o espetáculo.

Milton explicou que tinha receio de fazer um show parecido demais com o de Lulu, já que suas referências do artista são muito fortes, fruto da convivência nos palcos. A ideia, então, é mostrar ao Lulu o que Milton aprendeu com ele.

“Eu não queria deixar de falar com ele [sobre o show]. Porque é claro que qualquer pessoa hoje pode homenagear um artista, cantar o repertório desse artista. Não tem problema nenhum. Você tem que ter autorização da gravadora, do artista e tal. Mas como é um show em homenagem a ele, eu quis pelo menos comunicar ao Lulu que eu estava fazendo isso. Eu avisei a ele e ele ficou amarradão. Ele disse: ‘pô, vai nessa’”, contou.

Na apresentação, o músico quer revisitar o repertório de Lulu a partir do próprio olhar. O compositor pretende se inspirar nas turnês que viveu ao lado do artista, com foco no repertório da época em que tocaram juntos.

“A minha visão é em um sentido de: ‘caramba, essa música o Lulu tocava desse jeito. Eu ia para esse canto na hora de tocar o sax’. Eu estou tentando recriar um pouco dessa memória afetiva”, falou Guedes.

Ele garantiu que clássicos como Um Certo Alguém, O Último Romântico, Como Uma Onda, Descobridor dos Sete Mares e Tudo Azul estarão no setlist. Após passar pelo Rio de Janeiro, a turnê passará por São Paulo, Porto Alegre, Fortaleza e Natal.

Como Milton Guedes conheceu Lulu Santos

Milton revelou que o primeiro encontro entre os dois aconteceu “de forma inusitada”. O multi-instrumentista gravava em um estúdio no Rio de Janeiro, aos 22/23 anos, enquanto Lulu trabalhava em um disco no estúdio ao lado. Foi nesse contexto que Lulu pediu o telefone de Guedes.

Após um mês sem receber uma ligação de Lulu Santos, Milton já havia desistido de esperar pelo contato. Até que, durante uma apresentação em um bar, o guitarrista do cantor apareceu na plateia e contou que Lulu havia perdido o número e estava à sua procura.

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Após trabalhar ao lado de Lulu Santos por quase 30 anos, Milton Guedes estreia, nesta quarta-feira (29/4), a turnê Milton canta Lulu, em homenagem ao ícone do pop brasileiro
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Após trabalhar ao lado de Lulu Santos por quase 30 anos, Milton Guedes estreia, nesta quarta-feira (29/4), a turnê Milton canta Lulu, em homenagem ao ícone do pop brasileiro

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Milton Canta Lulu estreia nesta quarta-feira (29/4), no Rio de Janeiro
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Milton Canta Lulu estreia nesta quarta-feira (29/4), no Rio de Janeiro

Divulgação

Ao Metrópoles, o compositor e multi-instrumentista expôs como foi a conversa que teve com Lulu sobre o espetáculo
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Ao Metrópoles, o compositor e multi-instrumentista expôs como foi a conversa que teve com Lulu sobre o espetáculo

Material cedido ao Metrópoles

Milton explicou que estava com medo de fazer um show igual ao do Lulu, já que as referências que possuí do artista são muito fortes, devido à convivência de palco que eles têm
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Milton explicou que estava com medo de fazer um show igual ao do Lulu, já que as referências que possuí do artista são muito fortes, devido à convivência de palco que eles têm

Material cedido ao Metrópoles

O guitarrista levou o contato novamente para Lulu e, no dia seguinte, ele fez o teste para entrar na banda, onde ficou durante muitos anos, participando de turnês históricas e consolidando sua identidade musical dentro do universo pop brasileiro.

Milton Canta Lulu

Para preparar a homenagem, Milton Guedes teve o cuidado de não reproduzir os shows de Lulu, mas sim resgatar a memória afetiva de quem acompanhou a dupla nos palcos. Apesar disso, a proposta não se limita ao público que viveu essa fase.

“O Lulu tem esse poder: passam gerações e gerações e ele se renova. Ele se junta com gente nova, bacana, atual. O Lulu tem esse poder de renovação que é muito grande. E os clássicos não são clássicos à toa. O nome já diz. São coisas que até hoje tocam e mesmo a nova geração conhece muito daquele repertório. Então vai ser um resgate”, disse.

Segundo Milton, a ideia do tributo sempre gerou questionamentos sobre por que ele não havia feito isso antes. Ele contou que, como Lulu segue na ativa, imaginava que o público preferiria ver “o original”, mas ainda assim decidiu levar a homenagem adiante.

Ao ser questionado sobre uma possível participação de Lulu na turnê, Milton disse que o assunto ainda é “uma grande incógnita”. O cantor se prepara para uma turnê internacional, o que pode dificultar um encontro nos palcos.

“Tudo pode acontecer”, brincou Guedes. “Eu pedi, pelo amor de Deus, para a galera da produção não me avisar se ele estiver lá, senão eu vou ficar tão nervoso. Já pensou se eu olhar lá pra plateia e o Lulu está na minha frente, eu cantando as músicas dele?”, completou, bem-humorado.

Composições de Milton Guedes

Além da parceria com Lulu Santos, Milton Guedes também assina composições conhecidas gravadas por Fat Family, Rouge e Sandy & Júnior. Nascido no Rio de Janeiro, ele se mudou ainda jovem para Brasília, onde vivenciou a efervescência do rock local.

Depois, passou a escrever músicas que ganharam espaço em trilhas de novelas. Ao gravar Sonho de Uma Noite de Verão, seu primeiro grande sucesso, ouviu de um produtor que tinha potencial como compositor — caminho que acabou consolidando.

Vieram então hits como Jeito Sexy (Shy Guy), do Fat Family; Cai a Chuva, de Sandy & Júnior; Não Dá Pra Resistir, da Rouge; além de trabalhos para Wanessa Camargo.

“Tem uma sensação muito louca de assim: aquela música passa a não pertencer mais a você. Aí, quando eu vejo um show do Fat Family, eu só penso assim: ‘eu canto essa música nos meus shows, só que é muito diferente’. Eu sempre penso que eu estou fazendo um cover do Fat Family. Aí eu falo: ‘caramba, essa música não é mais’”, contou.

“Se eu cantar, a galera vai ficar: ‘pô, por que ele tá cantando essa música?’. Então tem um pouco essa sensação de ‘entreguei, ela já não é mais minha’. Mas é muito bom ouvir um estádio inteiro cantando. É muito legal. É uma sensação muito maneira”, afirmou.





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“Ganhar ou morrer tentando”: como 2DIE4 mostra Nasr nas 24h de Le Mans


Os irmãos André e Salomão Abdala, conhecidos como Abdala Brothers, estrearam nesta quinta-feira (30/4) o primeiro filme brasileiro produzido para salas iMax — formato de exibição com telas maiores, imagem de altíssima resolução e som mais imersivo. O média-metragem 2DIE4: 24 Horas no Limite acompanha o piloto Felipe Nasr durante a tradicional corrida de Le Mans, na França.

Ao Metrópoles, eles explicaram que a história vai além do esporte. A ideia era transformar a jornada do brasiliense em uma narrativa cinematográfica, com tensão e risco reais.

O projeto nasceu do desejo de fazer um filme de corrida sem os altos custos do gênero. Em vez disso, os diretores optaram por filmar a realidade como ela é. “É muita loucura fazer isso, porque se você errar o take, se você errar o foco, não tem como refazer. Era um conceito muito interessante, mas muito arriscado”, admitiram.

A escolha do protagonista veio de forma natural. Amigos de Felipe Nasr, os irmãos estavam com o piloto em um bar quando ele revelou seu maior objetivo: vencer as 24 Horas de Le Mans — ou morrer tentando.

“Quando ele falou isso, eu e o André olhamos um para o outro e falamos: ‘esse cara é o nosso protagonista”, lembrou Salomão.

“Ganhar ou morrer tentando”: como 2DIE4 mostra Nasr nas 24h de Le Mans - destaque galeria

Com o conceito do filme definido, faltava, então, a escolha do protagonista. Os irmãos Abdala já eram amigos de Felipe Nasr e, um dia, os três estavam em um bar e revelou à André e Salomão que o sonho dele era ganhar as 24 horas de Le Mans e que ele ia ou ganhar essa corrida ou morrer tentando
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Com o conceito do filme definido, faltava, então, a escolha do protagonista. Os irmãos Abdala já eram amigos de Felipe Nasr e, um dia, os três estavam em um bar e revelou à André e Salomão que o sonho dele era ganhar as 24 horas de Le Mans e que ele ia ou ganhar essa corrida ou morrer tentando

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O média-metragem 2DIE4: 24 Horas no Limite acompanha o piloto Felipe Nasr na corrida de Le Mans, na França
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O média-metragem 2DIE4: 24 Horas no Limite acompanha o piloto Felipe Nasr na corrida de Le Mans, na França

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A escolha da corrida como tema do filme também não foi por acaso, como eles precisavam acreditar 100% neles mesmos, sabiam que teriam que falar de algo que fizesse sentido para eles
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A escolha da corrida como tema do filme também não foi por acaso, como eles precisavam acreditar 100% neles mesmos, sabiam que teriam que falar de algo que fizesse sentido para eles

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André e Salomão explicaram que o iMax fazia sentido para a história que eles queriam contar, porque, além da tela que transporta o público para o lugar de um piloto de corrida, tem o sistema de som que faz os espectadores se sentirem envolvidos pelo filme
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André e Salomão explicaram que o iMax fazia sentido para a história que eles queriam contar, porque, além da tela que transporta o público para o lugar de um piloto de corrida, tem o sistema de som que faz os espectadores se sentirem envolvidos pelo filme

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"A gente queria muito mesmo que o nosso filme, que se passa no planeta Terra, que você se desconectasse e pensasse: ‘estou na França, na chuva, com essas pessoas”, disseram
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“A gente queria muito mesmo que o nosso filme, que se passa no planeta Terra, que você se desconectasse e pensasse: ‘estou na França, na chuva, com essas pessoas”, disseram

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2DIE4: a escolha de Felipe Nasr e Le Mans como narrativa
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2DIE4: a escolha de Felipe Nasr e Le Mans como narrativa

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Para os diretores, Nasr reúne o perfil ideal. “Ele é o cara que tinha tudo e sempre a vida foi dando dificuldade para ele. Ele entrou na Fórmula 1, fez a melhor estreia de um brasileiro na F1 da história, mas a equipe não chamou ele para renovar”, explicaram.

Foi dessa mentalidade que surgiu o título 2DIE4. Segundo eles, o nome faz um trocadilho com “to die for”, além de remeter às 24 horas da prova e ao número do carro do piloto. “É um trocadilho em inglês: é algo que você morreria. E 24, das 24 horas de Le Mans. Além disso, 4 é o número do carro do Felipe”.

Embora acompanhe fatos reais, o filme não é um documentário. Os diretores buscaram construir uma narrativa, com Nasr interpretando uma versão de si mesmo. As imagens foram captadas ao vivo, enquanto o voice-over foi roteirizado depois da corrida.

Spoiler alert

Mesmo sendo público que Felipe Nasr não venceu Le Mans em 2024, o filme conduz o espectador na expectativa da vitória — até o momento da batida.

Para os próprios diretores, que acompanhavam tudo de perto, foi um choque. “Nós fomos [até Le Mans] pensando: ‘ele pode ganhar, ele vai ganhar’. E tudo apontava para isso. Mas, quando aconteceu [a batida], o Salomão ficou chateado e eu falei pra ele: ‘nós temos a melhor história possível. Não conta pro Felipe, mas ele [perder] é a forma mais fácil da gente se conectar com a audiência, porque é isso que a gente vive’”, lembrou André.

Eles defendem que a derrota torna a história ainda mais potente. “Você está vendo a história. Não é a história de um perdedor. Você está vendo a história de um vencedor que perdeu”, disseram.

A cena da batida reforça essa proposta: não há replay nem câmera lenta, apesar do uso desses recursos em outros momentos do filme.

“A gente queria muito trazer para a audiência que, quando as coisas dão errado na vida, não tem replay, não tem slow motion. É um filme que tem muito slow motion. Tem muitas cenas lindas. A batida é só uma batida. É um soco no estômago e não volta porque, como na realidade, você não tem como voltar”, explicaram.

Quem são os irmãos Abdala, diretores de 2DIE4

Naturais de Teófilo Otoni (MG), André e Salomão começaram a carreira de forma independente, em um estúdio caseiro em Jundiaí (SP). A virada veio em 2013, quando ganharam uma câmera GoPro em um sorteio e passaram a produzir vídeos de ação — embrião da produtora Abdala Brothers.

“A gente cresceu no mundo publicitário, só que o nosso sonho sempre foi fazer filmes e a gente sabia que um dia a gente ia ter que botar a cara a tapa e colocar o nosso dinheiro onde a nossa boca estava”, disseram.

Sem apoio de grandes estúdios, decidiram apostar no próprio projeto. 2DIE4 acabou se tornando um resumo dessa trajetória, tanto na ambição quanto na execução.

“Ganhar ou morrer tentando”: como 2DIE4 mostra Nasr nas 24h de Le Mans - destaque galeria

Nascidos em Teófilo Otoni, Minas Gerais, os irmãos André e Salomão Abdala, conhecidos como Abdala Brothers, deram início a sua carreira em um estúdio caseiro em Jundiaí
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Nascidos em Teófilo Otoni, Minas Gerais, os irmãos André e Salomão Abdala, conhecidos como Abdala Brothers, deram início a sua carreira em um estúdio caseiro em Jundiaí

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Nessa quinta-feira (30/4), invadiram as salas iMax do país com o 1º filme brasileiro produzido no formato
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Nessa quinta-feira (30/4), invadiram as salas iMax do país com o 1º filme brasileiro produzido no formato

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Ao Metrópoles, os irmãos revelaram que a trajetória deles no cinema começou em 2013, quando, em um sorteio, eles ganharam uma GoPro
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Ao Metrópoles, os irmãos revelaram que a trajetória deles no cinema começou em 2013, quando, em um sorteio, eles ganharam uma GoPro

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Com a câmera, eles passaram a filmar vídeos de ação e, daí, deram início na produtora – a Abdala Brothers
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Com a câmera, eles passaram a filmar vídeos de ação e, daí, deram início na produtora – a Abdala Brothers

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Apesar do sucesso com os comerciais gravados por eles, os irmãos sabiam que nenhum estúdio iria oferecer milhões de reais para eles fazerem o tão sonhado primeiro filme
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Apesar do sucesso com os comerciais gravados por eles, os irmãos sabiam que nenhum estúdio iria oferecer milhões de reais para eles fazerem o tão sonhado primeiro filme

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

Eles, então, sabiam que precisavam acreditar em si mesmos para conseguir tirar a ideia do papel
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Eles, então, sabiam que precisavam acreditar em si mesmos para conseguir tirar a ideia do papel

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

O 2DIE4 foi, para eles, uma soma e um resumo da carreira deles e de tudo que eles sempre quiseram fazer. A escolha da corrida como tema do filme também não foi por acaso, como eles precisavam acreditar 100% neles mesmos, sabiam que teriam que falar de algo que fizesse sentido para eles
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O 2DIE4 foi, para eles, uma soma e um resumo da carreira deles e de tudo que eles sempre quiseram fazer. A escolha da corrida como tema do filme também não foi por acaso, como eles precisavam acreditar 100% neles mesmos, sabiam que teriam que falar de algo que fizesse sentido para eles

Arquivo pessoal/ material cedido ao Metrópoles

“Nós sempre fomos muito motivados pela história de um artista obcecado. Isso é cinema pra gente. Eu quero ser o melhor no que eu faço e o piloto de corrida tem um plus: ele está arriscando a vida dele, da mesma forma como o artista obcecado. Então, a gente queria mostrar esse lado do piloto de corrida, não como o tradicional que você já vê. A gente queria mostrar o piloto real, como um ser humano. Para o público ter uma experiência que nunca teve em uma tela de cinema”, explicaram.

A escolha pelo iMax seguiu essa lógica. Inspirados por diretores como Denis Villeneuve e Christopher Nolan, eles buscaram o máximo de imersão possível.

“O iMax é meio que uma tecnologia. Não é só a tela grande e o som bom. Não, o iMax é basicamente o jeito mais imersivo de você ver um filme. Tem filmes em que o foco é ser muito imersivo. Então, se você quer fazer um filme que seja o mais imersivo, o mais autêntico possível, o iMax é meio que o playground perfeito”, disseram.

 

 



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Edital cultural destina R$ 36 milhões a projetos no Distrito Federal


Um novo chamamento público voltado ao fortalecimento da cultura no Distrito Federal passa a receber propostas a partir de maio, com um dos maiores volumes de investimento do setor neste ano. O Edital nº 06/2026 do Fundo de Apoio à Cultura (FAC I – Demais Áreas) foi oficializado nesta quinta-feira (30), pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, prevendo a destinação de R$ 36 milhões para iniciativas culturais.

O financiamento contempla uma ampla gama de expressões artísticas e culturais, reunindo projetos que vão desde linguagens clássicas, como teatro e dança, até manifestações contemporâneas, como o hip hop, além de iniciativas ligadas à gastronomia e à preservação do patrimônio cultural.

Com foco na ampliação do acesso aos recursos públicos, o edital busca alcançar produtores culturais de diferentes regiões administrativas, incentivando a descentralização dos investimentos. A participação é aberta a pessoas físicas e jurídicas com registro ativo no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac), conforme as exigências previstas.

O cronograma estabelece que as inscrições deverão ser feitas entre 7 de maio e 5 de junho, exclusivamente por meio digital, na plataforma da Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic). Cada interessado poderá submeter uma proposta, com possibilidade adicional para aqueles que optarem pela concorrência regionalizada, a qual também permite participação na ampla concorrência.

Os limites de financiamento variam de acordo com o tipo de proponente: até R$ 200 mil para pessoas físicas e até R$ 1,5 milhão para pessoas jurídicas. O edital também incorpora medidas de inclusão, com reserva de vagas destinadas a pessoas negras, indígenas e com deficiência, buscando ampliar a diversidade entre os contemplados.

A análise dos projetos ficará a cargo de especialistas das áreas culturais, com deliberação final do Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Cultura (Cafac), responsável por validar os resultados.

O secretário Fernando Modesto ressaltou que o fundo segue como peça-chave na estrutura de incentivo cultural do DF. “Trata-se de um mecanismo que garante que os recursos públicos cheguem diretamente aos fazedores de cultura, promovendo inclusão, fortalecendo o setor e ampliando o acesso da população às diferentes expressões culturais”, declarou.

Projetos voltados ao audiovisual não fazem parte desta edição do edital. As propostas devem respeitar as linhas de apoio estabelecidas e apresentar planejamento completo, incluindo orçamento detalhado e estratégias de execução.

O resultado final terá validade de um ano, período em que os projetos selecionados poderão ser executados. Os recursos serão liberados de forma antecipada, após a formalização do termo de ajuste e o cumprimento das exigências previstas no processo seletivo.



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Nova articulação nacional amplia base da educação inclusiva no Brasil


O debate sobre inclusão nas escolas públicas ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (30), com a entrada do Distrito Federal em uma articulação nacional que pretende redesenhar a forma como o país organiza o atendimento a estudantes com necessidades específicas. A iniciativa é conduzida pelo Ministério da Educação e propõe a criação de uma rede estruturada para conectar estados e municípios em torno de metas comuns.

A proposta não se limita à troca de experiências: o objetivo é estabelecer um padrão de atuação que reduza diferenças entre regiões e amplie a capacidade de resposta das redes de ensino. Na prática, a ideia é sair de ações isoladas e avançar para um modelo coordenado, com diretrizes mais objetivas e suporte técnico contínuo.

Representando a capital, a secretária interina Iêdes Braga avaliou que o movimento cria um ambiente mais favorável para a consolidação da inclusão. “Estamos falando de um passo estratégico para estruturar melhor a educação inclusiva no país e dar mais segurança às redes públicas”, afirmou. Ela acrescentou que “o acesso à orientação técnica e à formação permanente ajuda a preparar as escolas para atender todos os estudantes com o nível de qualidade que se espera”.

Já no plano nacional, a secretária Zara Figueiredo destacou que a rede nasce com um caráter integrador. “A proposta é aproximar os entes federativos e fortalecer a capacidade de atendimento, garantindo que ninguém fique fora do sistema educacional”, disse. Segundo ela, “essa construção precisa ser coletiva, com diálogo constante e alinhamento de diretrizes, sem ignorar as particularidades de cada região”.

A iniciativa se apoia em fundamentos já previstos na legislação brasileira, que assegura o direito à educação em condições de igualdade. Ainda assim, a execução dessas garantias enfrenta entraves, especialmente quando se trata de estrutura física adequada e formação de profissionais.

Para enfrentar esse cenário, o governo federal tem ampliado os investimentos na área. Desde 2023, foram destinados bilhões de reais a ações voltadas à educação especial, incluindo a ampliação do atendimento especializado e programas de capacitação docente. Entre as medidas está o reforço na instalação de espaços pedagógicos adaptados, fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes.

Outro eixo da estratégia envolve a criação de estruturas de apoio nos estados, que devem funcionar como polos de referência. Esses núcleos terão a missão de orientar gestores, disseminar práticas bem-sucedidas e acompanhar a implementação das políticas educacionais.

Durante o encontro, também foi apresentado um novo instrumento voltado à gestão pública, com orientações organizadas para facilitar a aplicação das políticas inclusivas no cotidiano das redes de ensino. O material reúne diretrizes em áreas essenciais e busca aproximar o planejamento técnico da realidade das escolas.

Com a articulação em curso, a expectativa é que o país avance de forma mais consistente na inclusão educacional, reduzindo desigualdades e garantindo que o direito à aprendizagem alcance, de fato, todos os estudantes.



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Nova articulação nacional amplia base da educação inclusiva no Brasil


O debate sobre inclusão nas escolas públicas ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (30), com a entrada do Distrito Federal em uma articulação nacional que pretende redesenhar a forma como o país organiza o atendimento a estudantes com necessidades específicas. A iniciativa é conduzida pelo Ministério da Educação e propõe a criação de uma rede estruturada para conectar estados e municípios em torno de metas comuns.

A proposta não se limita à troca de experiências: o objetivo é estabelecer um padrão de atuação que reduza diferenças entre regiões e amplie a capacidade de resposta das redes de ensino. Na prática, a ideia é sair de ações isoladas e avançar para um modelo coordenado, com diretrizes mais objetivas e suporte técnico contínuo.

Representando a capital, a secretária interina Iêdes Braga avaliou que o movimento cria um ambiente mais favorável para a consolidação da inclusão. “Estamos falando de um passo estratégico para estruturar melhor a educação inclusiva no país e dar mais segurança às redes públicas”, afirmou. Ela acrescentou que “o acesso à orientação técnica e à formação permanente ajuda a preparar as escolas para atender todos os estudantes com o nível de qualidade que se espera”.

Já no plano nacional, a secretária Zara Figueiredo destacou que a rede nasce com um caráter integrador. “A proposta é aproximar os entes federativos e fortalecer a capacidade de atendimento, garantindo que ninguém fique fora do sistema educacional”, disse. Segundo ela, “essa construção precisa ser coletiva, com diálogo constante e alinhamento de diretrizes, sem ignorar as particularidades de cada região”.

A iniciativa se apoia em fundamentos já previstos na legislação brasileira, que assegura o direito à educação em condições de igualdade. Ainda assim, a execução dessas garantias enfrenta entraves, especialmente quando se trata de estrutura física adequada e formação de profissionais.

Para enfrentar esse cenário, o governo federal tem ampliado os investimentos na área. Desde 2023, foram destinados bilhões de reais a ações voltadas à educação especial, incluindo a ampliação do atendimento especializado e programas de capacitação docente. Entre as medidas está o reforço na instalação de espaços pedagógicos adaptados, fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes.

Outro eixo da estratégia envolve a criação de estruturas de apoio nos estados, que devem funcionar como polos de referência. Esses núcleos terão a missão de orientar gestores, disseminar práticas bem-sucedidas e acompanhar a implementação das políticas educacionais.

Durante o encontro, também foi apresentado um novo instrumento voltado à gestão pública, com orientações organizadas para facilitar a aplicação das políticas inclusivas no cotidiano das redes de ensino. O material reúne diretrizes em áreas essenciais e busca aproximar o planejamento técnico da realidade das escolas.

Com a articulação em curso, a expectativa é que o país avance de forma mais consistente na inclusão educacional, reduzindo desigualdades e garantindo que o direito à aprendizagem alcance, de fato, todos os estudantes.



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Edital cultural destina R$ 36 milhões a projetos no Distrito Federal


Um novo chamamento público voltado ao fortalecimento da cultura no Distrito Federal passa a receber propostas a partir de maio, com um dos maiores volumes de investimento do setor neste ano. O Edital nº 06/2026 do Fundo de Apoio à Cultura (FAC I – Demais Áreas) foi oficializado nesta quinta-feira (30), pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, prevendo a destinação de R$ 36 milhões para iniciativas culturais.

O financiamento contempla uma ampla gama de expressões artísticas e culturais, reunindo projetos que vão desde linguagens clássicas, como teatro e dança, até manifestações contemporâneas, como o hip hop, além de iniciativas ligadas à gastronomia e à preservação do patrimônio cultural.

Com foco na ampliação do acesso aos recursos públicos, o edital busca alcançar produtores culturais de diferentes regiões administrativas, incentivando a descentralização dos investimentos. A participação é aberta a pessoas físicas e jurídicas com registro ativo no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac), conforme as exigências previstas.

O cronograma estabelece que as inscrições deverão ser feitas entre 7 de maio e 5 de junho, exclusivamente por meio digital, na plataforma da Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic). Cada interessado poderá submeter uma proposta, com possibilidade adicional para aqueles que optarem pela concorrência regionalizada, a qual também permite participação na ampla concorrência.

Os limites de financiamento variam de acordo com o tipo de proponente: até R$ 200 mil para pessoas físicas e até R$ 1,5 milhão para pessoas jurídicas. O edital também incorpora medidas de inclusão, com reserva de vagas destinadas a pessoas negras, indígenas e com deficiência, buscando ampliar a diversidade entre os contemplados.

A análise dos projetos ficará a cargo de especialistas das áreas culturais, com deliberação final do Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Cultura (Cafac), responsável por validar os resultados.

O secretário Fernando Modesto ressaltou que o fundo segue como peça-chave na estrutura de incentivo cultural do DF. “Trata-se de um mecanismo que garante que os recursos públicos cheguem diretamente aos fazedores de cultura, promovendo inclusão, fortalecendo o setor e ampliando o acesso da população às diferentes expressões culturais”, declarou.

Projetos voltados ao audiovisual não fazem parte desta edição do edital. As propostas devem respeitar as linhas de apoio estabelecidas e apresentar planejamento completo, incluindo orçamento detalhado e estratégias de execução.

O resultado final terá validade de um ano, período em que os projetos selecionados poderão ser executados. Os recursos serão liberados de forma antecipada, após a formalização do termo de ajuste e o cumprimento das exigências previstas no processo seletivo.



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Celina Leão diz que BRB tem solução técnica em andamento e descarta risco para correntistas


A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco de Brasília (BRB) atravessa o momento atual com soluções técnicas já em andamento e sem risco para os clientes. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, além do secretário de Economia, Valdino Oliveira, e do presidente do banco, Nelson Antônio de Souza.

Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas à operação do BRB, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços. “O BRB não vai ter nenhum problema de liquidação. Nós já estamos em encaminhamento com a solução técnica e, com certeza, o problema do BRB está sendo resolvido. A solução é técnica”, afirmou.

Celina Leão destacou que, por envolver aspectos sensíveis do mercado financeiro, parte das informações não pode ser detalhada neste momento. Ainda assim, reforçou a mensagem de tranquilidade aos clientes. “O que nos deixa mais tranquilos é que temos soluções. Nenhum correntista, ninguém que tem conta no BRB precisa ficar preocupado”, disse.

A reunião, solicitada pelo Governo do Distrito Federal, abordou ainda temas estratégicos e financeiros ligados à atuação do banco. Ao final, a governadora reiterou a confiança na instituição. “O BRB é um banco sólido e vai sair desse momento da melhor forma possível”, concluiu.



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Celina Leão diz que BRB tem solução técnica em andamento e descarta risco para correntistas


A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco de Brasília (BRB) atravessa o momento atual com soluções técnicas já em andamento e sem risco para os clientes. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, além do secretário de Economia, Valdino Oliveira, e do presidente do banco, Nelson Antônio de Souza.

Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas à operação do BRB, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços. “O BRB não vai ter nenhum problema de liquidação. Nós já estamos em encaminhamento com a solução técnica e, com certeza, o problema do BRB está sendo resolvido. A solução é técnica”, afirmou.

Celina Leão destacou que, por envolver aspectos sensíveis do mercado financeiro, parte das informações não pode ser detalhada neste momento. Ainda assim, reforçou a mensagem de tranquilidade aos clientes. “O que nos deixa mais tranquilos é que temos soluções. Nenhum correntista, ninguém que tem conta no BRB precisa ficar preocupado”, disse.

A reunião, solicitada pelo Governo do Distrito Federal, abordou ainda temas estratégicos e financeiros ligados à atuação do banco. Ao final, a governadora reiterou a confiança na instituição. “O BRB é um banco sólido e vai sair desse momento da melhor forma possível”, concluiu.



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Mega-Sena sorteia R$ 130 milhões nesta quinta (30)


O concurso 3.002 da Mega-Sena promete movimentar apostadores em todo o país nesta quinta-feira (30), com prêmio acumulado estimado em R$ 130 milhões. O sorteio está marcado para as 21h, no Espaço da Sorte, tradicional palco das extrações da loteria.

A expectativa em torno do valor elevado tem impulsionado o fluxo nas casas lotéricas e também nas apostas online. Os jogos podem ser registrados até as 20h30, tanto presencialmente quanto pelo site das Loterias Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6 ,o sorteio será transmitido ao vivo pelos canais oficiais da Caixa Econômica Federal no YouTube e no Facebook.

 



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Pesquisa Quaest aponta liderança isolada de Daniel Vilela 


A mais recente pesquisa da Genial Quaest, divulgada nesta quinta-feira (30), redesenha o cenário eleitoral em Goiás e coloca o governador Daniel Vilela (MDB) na dianteira da disputa pelo Palácio das Esmeraldas. O emedebista lidera tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno, consolidando vantagem sobre os principais concorrentes.

No cenário inicial, Vilela aparece com 33% das intenções de voto, seguido por Marconi Perillo (PSDB), com 21%. Mais atrás, surgem Adriana Accorsi (PT), com 10%, e Wilder Morais (PL), com 9%. O desenho indica uma disputa ainda fragmentada, mas com um líder já destacado.

A vantagem se mantém  em uma simulação de segundo turno. Nesse cenário, Daniel Vilela alcança 46% das intenções de voto, enquanto Marconi Perillo registra 27%, indicando uma diferença confortável a favor do emedebista.

O levantamento também traz um dado que ajuda a explicar o desempenho do grupo político no estado: a avaliação do governo de Ronaldo Caiado (PSD). Segundo a pesquisa, 84% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 11% desaprovam e 5% não souberam ou não responderam. O índice elevado reforça o capital político do atual governador, apontado como peça-chave na sucessão estadual.

Na corrida para o Senado, o cenário é mais pulverizado. A primeira colocação é de Gracinha Caiado (União Brasil), com 22%. Na sequência aparecem Vanderlan Cardoso (PSD), com 12%, Zacharias Calil (MDB), com 11%, e Gustavo Gayer (PL), com 10%. A disputa envolve duas vagas e tende a permanecer aberta nos próximos meses.

Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número GO-00211/2026, a pesquisa ouviu 1.104 eleitores entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 



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