Categorias
cidades

Pergunta difícil fez participante desistir de R$ 1 milhão na Globo


O coordenador de logística Osvaldo Luiz de Araújo participou do Quem Quer Ser um Milionário?, no Domingão com Huck, neste domingo (3/5), com um objetivo nobre, mas decidiu parar a apenas três perguntas do prêmio de R$ 1 milhão.

Assista:

O capixaba de 62 anos deveria responder à pergunta “qual o primeiro satélite brasileiro lançado ao espaço?”. As opções eram: Amazônia-1, Brasilsat-A1, CBERS-1 e SCD-1, a resposta correta.

Luciano Huck toma atitude inesperada com participante que desistiu de prêmio R$ 1 milhão

Osvaldo participava do programa para levantar recursos para pagar por um transplante odontológico para a esposa, Nara, infectada com uma bactéria rara. “A primeira coisa que a gente quer fazer é com que ela tenha essa alegria, essa felicidade, essa oportunidade”, declarou.

Foi ela, no entanto, quem aconselhou o marido a optar pela segurança e deixar o programa com R$ 150 mil garantidos. A história do casal, porém, já havia emocionado o apresentador Luciano Huck.

“Eu tenho um grupo de dentistas que durante muitos anos, na época do Caldeirão, fiz muita coisa com eles. Independente do resultado, do quanto vocês levarem, eu pessoalmente vou ligar e ver se eles podem atender a Nara”, prometeu.





Source link

Categorias
cidades

Lei de Pedrosa já levou exame de vista a 40 mil crianças da rede pública do DF


Lei de autorio do o deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil) garantiu consulta oftalmológica a mais de 40 mil crianças matriculadas em escolas públicas do GDF. A norma obriga o poder público a oferecer acompanhamento com especialista dentro da própria rede de ensino.

A iniciativa partiu de um diagnóstico que o parlamentar considera alarmante: 80% dos alunos da rede pública do DF jamais haviam passado por uma consulta com oftalmologista. Levantamentos indicam que 23% dessas crianças apresentam algum grau de problema de visão — condição que, sem identificação e tratamento, compromete diretamente o aprendizado e, em muitos casos, empurra o aluno para fora da sala de aula.

“A gente fez essa lei pra garantir o atendimento oftalmológico. Muitas crianças saem da escola ou acabam evadindo por não conseguirem ter o seu desenvolvimento pleno ali, por não enxergarem direito”, disse Pedrosa durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, transmitido ao vivo pelo YouTube no último sábado 02/05.

Pelo texto da lei, as crianças atendidas que apresentarem necessidade de correção visual recebem óculos gratuitamente — medida que, na prática, equaliza condições de aprendizado entre alunos de diferentes realidades socioeconômicas. “A gente construiu essa lei com o intuito de que todos pudessem ter as mesmas condições educacionais”, afirmou o deputado.

O programa está em fase de expansão. Segundo Pedrosa, a Secretaria de Educação traçou um plano para que nenhuma escola da rede pública fique de fora até o encerramento de 2026, quando o atendimento deverá ser universalizado entre os estudantes do GDF.

As falas do deputado Eduardo Pedrosa foram feitas no  Programa Vozes da Comunidade , apresentado pelo jornalista Toni Duarte, foi transmitido no último sábado 02/05.Na ocasião o deputado participou do quadro “Sabatinão do Povo”, onde respondeu perguntas de jornalistas e moradores de diferentes regiões do DF.

O Vozes da Comunidade é um canal aberto para o debate plural de assuntos que fazem parte do cotidiano do brasiliense.

Assista o Vozes da Comunidade na íntegra

 



Source link

Categorias
cidades

Lei de Pedrosa já levou exame de vista a 40 mil crianças da rede pública do DF


Lei de autorio do o deputado distrital Eduardo Pedrosa (União Brasil) garantiu consulta oftalmológica a mais de 40 mil crianças matriculadas em escolas públicas do GDF. A norma obriga o poder público a oferecer acompanhamento com especialista dentro da própria rede de ensino.

A iniciativa partiu de um diagnóstico que o parlamentar considera alarmante: 80% dos alunos da rede pública do DF jamais haviam passado por uma consulta com oftalmologista. Levantamentos indicam que 23% dessas crianças apresentam algum grau de problema de visão — condição que, sem identificação e tratamento, compromete diretamente o aprendizado e, em muitos casos, empurra o aluno para fora da sala de aula.

“A gente fez essa lei pra garantir o atendimento oftalmológico. Muitas crianças saem da escola ou acabam evadindo por não conseguirem ter o seu desenvolvimento pleno ali, por não enxergarem direito”, disse Pedrosa durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, transmitido ao vivo pelo YouTube no último sábado 02/05.

Pelo texto da lei, as crianças atendidas que apresentarem necessidade de correção visual recebem óculos gratuitamente — medida que, na prática, equaliza condições de aprendizado entre alunos de diferentes realidades socioeconômicas. “A gente construiu essa lei com o intuito de que todos pudessem ter as mesmas condições educacionais”, afirmou o deputado.

O programa está em fase de expansão. Segundo Pedrosa, a Secretaria de Educação traçou um plano para que nenhuma escola da rede pública fique de fora até o encerramento de 2026, quando o atendimento deverá ser universalizado entre os estudantes do GDF.

As falas do deputado Eduardo Pedrosa foram feitas no  Programa Vozes da Comunidade , apresentado pelo jornalista Toni Duarte, foi transmitido no último sábado 02/05.Na ocasião o deputado participou do quadro “Sabatinão do Povo”, onde respondeu perguntas de jornalistas e moradores de diferentes regiões do DF.

O Vozes da Comunidade é um canal aberto para o debate plural de assuntos que fazem parte do cotidiano do brasiliense.

Assista o Vozes da Comunidade na íntegra

 



Source link

Categorias
cidades

DF avança para ter uma das maiores redes cicloviárias do país


O Distrito Federal avança para consolidar ainda mais o uso da bicicleta como alternativa de mobilidade urbana. Com uma das maiores estruturas cicloviárias do país, a capital federal se prepara para ampliar significativamente a rede, aliando expansão, integração e melhoria das condições de uso.

O Governo do Distrito Federal projeta investir cerca de R$ 56 milhões na implantação de aproximadamente 90 quilômetros de novas ciclovias até o fim deste ano, dentro do programa Vai de Bike. Com isso, a malha cicloviária, que atualmente soma 745 quilômetros, deve se aproximar de um novo patamar, mantendo o DF entre os maiores do Brasil nesse tipo de infraestrutura.

De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, cerca de 30 projetos já foram aprovados, incluindo trechos estratégicos voltados à conexão entre vias existentes. “Nosso planejamento não é apenas ampliar a extensão, mas tornar a rede mais funcional. Estamos trabalhando para integrar percursos que hoje estão desconectados, permitindo que o ciclista atravesse diferentes regiões administrativas e tenha a bicicleta como uma alternativa real para deslocamento, esporte e lazer”, afirmou.

As obras, coordenadas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), são executadas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura e pelo Departamento de Estradas de Rodagem.

Neste ano, a Secretaria de Obras já concluiu cerca de 5,8 quilômetros de ciclovia no Lago Sul, no trecho entre a SHIS QI 5 Conjunto 20 e a SHIS QI 15 Conjunto 10. A continuidade desse percurso, até a QI 25 Conjunto 11, está em andamento, com serviços de terraplenagem, imprimação e aplicação da capa asfáltica. A previsão é de que as obras avancem até a Ermida Dom Bosco, formando um trajeto de aproximadamente 15,8 quilômetros na região.

No Lago Norte, estão em execução cerca de 8,3 quilômetros de ciclovia, ligando a Praça das Garças à Estrada Parque Península Norte (EPPN), também em fase de terraplenagem. Já em Planaltina, o projeto prevê um dos maiores trechos da atual expansão: 26,6 quilômetros entre o Núcleo Rural Fumal e o Balão do Colorado, na BR-020. Desse total, os primeiros oito quilômetros já estão em execução, igualmente em fase inicial de obras.

O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destaca que o contrato firmado não se limita à construção de novos trechos. “Estamos investindo em um modal limpo e sustentável, que tem impacto direto na mobilidade e na saúde da população. Além das novas ciclovias, também estamos atuando na recuperação e manutenção de estruturas já existentes, garantindo mais segurança e qualidade para quem utiliza”, ressaltou.

Atualmente, a rede cicloviária do DF é composta por diferentes tipos de infraestrutura, que ampliam as possibilidades de deslocamento. São 509,23 quilômetros de ciclovias, 75,83 quilômetros de ciclofaixas, 61,15 quilômetros de calçadas compartilhadas, 68,57 quilômetros de estruturas em parques, 9,05 quilômetros de ciclorrotas e 2,99 quilômetros de áreas com Zonas 30, espaços com velocidade reduzida que priorizam a convivência entre diferentes modais.

A expansão dessa malha vem sendo intensificada nos últimos anos. Desde 2019, o DF já ultrapassou a marca de 150 quilômetros de novas ciclovias implantadas. Parte desse crescimento, que soma 97,7 quilômetros, está distribuída em diversas regiões administrativas, com intervenções em vias importantes como Epig (12 km), Hélio Prates (4 km), Boulevard de Taguatinga (1,1 km), ligação Guará/Bandeirante (1,2 km), Rota de Fuga do SIA (3,5 km), Avenida Paranoá (2,7 km), ESPM (8,5 km), SOF Sul (1 km), Riacho Fundo II (13,9 km), Lago Sul (16,3 km), Lago Norte (8,3 km), Sobradinho (26,6 km) e Cruzeiro (1,3 km).

Para o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, o foco da política pública atual está na integração entre os trechos. “Não adianta termos uma grande extensão se as ciclovias não se conectam. O que estamos fazendo agora é justamente ligar esses percursos, garantindo que o ciclista consiga sair de uma região e chegar ao centro de Brasília com continuidade e segurança”, explicou.

Ele cita como exemplo um circuito já consolidado, que permite ao ciclista sair da Candangolândia, passar pelo Núcleo Bandeirante, seguir pelo Riacho Fundo, alcançar o Pistão Sul, na Universidade Católica, e acessar a EPTG. A partir desse ponto, é possível continuar pela EPTG ou seguir pelo Pistão Norte, descendo pela Estrutural até a Epia, na altura do viaduto Ayrton Senna, formando um trajeto de aproximadamente 50 quilômetros.

Outro eixo estratégico é a integração com o transporte público. O sistema de bicicletas compartilhadas do DF já conta com mais de 332 mil usuários cadastrados e acumula mais de 1,25 milhão de viagens. As estações estão posicionadas próximas a rodoviárias, estações de metrô e corredores de BRT, o que facilita a conexão entre diferentes modais e amplia as opções de deslocamento.

Com os novos investimentos e a ampliação planejada, o Distrito Federal reforça a aposta em uma mobilidade mais sustentável, integrada e eficiente, em que a bicicleta passa a ocupar papel cada vez mais relevante no dia a dia da população.



Source link

Categorias
cidades

DF avança para ter uma das maiores redes cicloviárias do país


O Distrito Federal avança para consolidar ainda mais o uso da bicicleta como alternativa de mobilidade urbana. Com uma das maiores estruturas cicloviárias do país, a capital federal se prepara para ampliar significativamente a rede, aliando expansão, integração e melhoria das condições de uso.

O Governo do Distrito Federal projeta investir cerca de R$ 56 milhões na implantação de aproximadamente 90 quilômetros de novas ciclovias até o fim deste ano, dentro do programa Vai de Bike. Com isso, a malha cicloviária, que atualmente soma 745 quilômetros, deve se aproximar de um novo patamar, mantendo o DF entre os maiores do Brasil nesse tipo de infraestrutura.

De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, cerca de 30 projetos já foram aprovados, incluindo trechos estratégicos voltados à conexão entre vias existentes. “Nosso planejamento não é apenas ampliar a extensão, mas tornar a rede mais funcional. Estamos trabalhando para integrar percursos que hoje estão desconectados, permitindo que o ciclista atravesse diferentes regiões administrativas e tenha a bicicleta como uma alternativa real para deslocamento, esporte e lazer”, afirmou.

As obras, coordenadas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), são executadas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura e pelo Departamento de Estradas de Rodagem.

Neste ano, a Secretaria de Obras já concluiu cerca de 5,8 quilômetros de ciclovia no Lago Sul, no trecho entre a SHIS QI 5 Conjunto 20 e a SHIS QI 15 Conjunto 10. A continuidade desse percurso, até a QI 25 Conjunto 11, está em andamento, com serviços de terraplenagem, imprimação e aplicação da capa asfáltica. A previsão é de que as obras avancem até a Ermida Dom Bosco, formando um trajeto de aproximadamente 15,8 quilômetros na região.

No Lago Norte, estão em execução cerca de 8,3 quilômetros de ciclovia, ligando a Praça das Garças à Estrada Parque Península Norte (EPPN), também em fase de terraplenagem. Já em Planaltina, o projeto prevê um dos maiores trechos da atual expansão: 26,6 quilômetros entre o Núcleo Rural Fumal e o Balão do Colorado, na BR-020. Desse total, os primeiros oito quilômetros já estão em execução, igualmente em fase inicial de obras.

O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, destaca que o contrato firmado não se limita à construção de novos trechos. “Estamos investindo em um modal limpo e sustentável, que tem impacto direto na mobilidade e na saúde da população. Além das novas ciclovias, também estamos atuando na recuperação e manutenção de estruturas já existentes, garantindo mais segurança e qualidade para quem utiliza”, ressaltou.

Atualmente, a rede cicloviária do DF é composta por diferentes tipos de infraestrutura, que ampliam as possibilidades de deslocamento. São 509,23 quilômetros de ciclovias, 75,83 quilômetros de ciclofaixas, 61,15 quilômetros de calçadas compartilhadas, 68,57 quilômetros de estruturas em parques, 9,05 quilômetros de ciclorrotas e 2,99 quilômetros de áreas com Zonas 30, espaços com velocidade reduzida que priorizam a convivência entre diferentes modais.

A expansão dessa malha vem sendo intensificada nos últimos anos. Desde 2019, o DF já ultrapassou a marca de 150 quilômetros de novas ciclovias implantadas. Parte desse crescimento, que soma 97,7 quilômetros, está distribuída em diversas regiões administrativas, com intervenções em vias importantes como Epig (12 km), Hélio Prates (4 km), Boulevard de Taguatinga (1,1 km), ligação Guará/Bandeirante (1,2 km), Rota de Fuga do SIA (3,5 km), Avenida Paranoá (2,7 km), ESPM (8,5 km), SOF Sul (1 km), Riacho Fundo II (13,9 km), Lago Sul (16,3 km), Lago Norte (8,3 km), Sobradinho (26,6 km) e Cruzeiro (1,3 km).

Para o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, o foco da política pública atual está na integração entre os trechos. “Não adianta termos uma grande extensão se as ciclovias não se conectam. O que estamos fazendo agora é justamente ligar esses percursos, garantindo que o ciclista consiga sair de uma região e chegar ao centro de Brasília com continuidade e segurança”, explicou.

Ele cita como exemplo um circuito já consolidado, que permite ao ciclista sair da Candangolândia, passar pelo Núcleo Bandeirante, seguir pelo Riacho Fundo, alcançar o Pistão Sul, na Universidade Católica, e acessar a EPTG. A partir desse ponto, é possível continuar pela EPTG ou seguir pelo Pistão Norte, descendo pela Estrutural até a Epia, na altura do viaduto Ayrton Senna, formando um trajeto de aproximadamente 50 quilômetros.

Outro eixo estratégico é a integração com o transporte público. O sistema de bicicletas compartilhadas do DF já conta com mais de 332 mil usuários cadastrados e acumula mais de 1,25 milhão de viagens. As estações estão posicionadas próximas a rodoviárias, estações de metrô e corredores de BRT, o que facilita a conexão entre diferentes modais e amplia as opções de deslocamento.

Com os novos investimentos e a ampliação planejada, o Distrito Federal reforça a aposta em uma mobilidade mais sustentável, integrada e eficiente, em que a bicicleta passa a ocupar papel cada vez mais relevante no dia a dia da população.



Source link

Categorias
cidades

Prefeito reage a especulações de próxima atração do Todo Mundo no Rio


Um dia após o show de Shakira reunir 2 milhões de pessoas em Copacabana, as especulações sobre a próxima atração do Todo Mundo no Rio já tomaram conta das redes sociais. Em meio aos pedidos de novos artistas no evento, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, comentou as especulações.

No X, o perfil Pop Stuff mencionou que a cantora Rihanna já estaria em negociações para se apresentar na Praia de Copacabana no próximo ano. Em resposta, o prefeito instigou os fãs da artista ao repostar a publicação e escrever um “Será?!”

Prefeito reage a especulações de próxima atração do Todo Mundo no Rio - destaque galeria

Shakira cantou os principais sucessos da carreira durante o Todo Mundo no Rio
1 de 5

Shakira cantou os principais sucessos da carreira durante o Todo Mundo no Rio

Kevin Mazur/Kevin Mazur/Getty Images for Shakira

Shakira celebrou os fãs brasileiros durante a apresentação no Todo Mundo no Rio
2 de 5

Shakira celebrou os fãs brasileiros durante a apresentação no Todo Mundo no Rio

Kevin Mazur/Kevin Mazur/Getty Images for Shakira

2 milhões de pessoas foram ver Shakira de perto nas areias de Copacabana
3 de 5

2 milhões de pessoas foram ver Shakira de perto nas areias de Copacabana

Buda Mendes/Getty Images

Shakira e Maria Bethânia em megashow da cantora colombiana em Copacabana
4 de 5

Shakira e Maria Bethânia em megashow da cantora colombiana em Copacabana

Reprodução/Globo

Shakira e Anitta no show da colombiana em Copacabana
5 de 5

Shakira e Anitta no show da colombiana em Copacabana

Reprodução/Globo

Na madrugada deste domingo (3/5), a Riotur confirmou que o evento está garantido ao menos até 2028, o que deixa espaço para ao menos mais duas edições após a de Shakira.

O show da colombiana, realizado nesse sábado (2/5), foi a terceira edição do evento. Antes dela, Madonna recebeu 1,6 milhão de pessoas em 2024 e Lady Gaga reuniu 2,1 milhões em 2025.

A apresentação de Shakira contou com participações de Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo e deve movimentar cerca de R$ 800 milhões na economia carioca, com impacto em hotelaria, gastronomia, transporte e comércio, segundo estudo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico em parceria com a Riotur.





Source link

Categorias
cidades

Emendas parlamentares poderão ter fatia obrigatória para saúde mental


Em meio ao avanço dos debates sobre saúde mental no país, o deputado federal Fred Linhares (Republicanos-DF) apresentou um projeto de lei complementar que estabelece a destinação mínima de 5% das emendas parlamentares individuais da área da saúde para ações voltadas ao atendimento psicossocial no Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta altera a Lei Complementar nº 141, de 2012, e busca garantir que políticas de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação em saúde mental passem a contar com orçamento identificado. O texto também inclui iniciativas de redução de danos, cuidado continuado e ampliação da rede de atendimento.

Pelo projeto, os recursos poderão ser aplicados no fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), incluindo Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), ambulatórios especializados, unidades de acolhimento e leitos em hospitais gerais. Também estão previstas ações na atenção primária, programas de prevenção ao suicídio, aquisição de medicamentos e capacitação de profissionais.

A iniciativa, segundo o parlamentar, nasce de uma experiência pessoal recente. Após anunciar afastamento temporário do mandato para tratar crises de pânico, Linhares decidiu transformar o tema em prioridade legislativa. “Quando a gente fala de saúde mental, não está falando de um tema distante. Está falando de famílias, trabalhadores, jovens, idosos e pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio. Eu vivi de perto essa realidade e sei que pedir ajuda é um ato de coragem. O poder público também precisa ter coragem para priorizar esse cuidado”, afirmou.

O deputado enfatiza que a medida não implica aumento de gastos públicos nem criação de novas despesas obrigatórias. A reserva mínima será feita dentro do percentual já destinado constitucionalmente à saúde. “Não estamos criando nova despesa. Estamos dizendo que, dentro do dinheiro que já vai para a saúde, uma parte precisa chegar à saúde mental. É uma escolha de prioridade, responsabilidade e transparência”, disse.

Outro ponto central da proposta é a exigência de detalhamento na aplicação dos recursos. As emendas deverão identificar de forma clara a ação, serviço ou unidade beneficiada, o que, na avaliação do autor, amplia o controle social e melhora o planejamento das políticas públicas.

“A saúde mental precisa estar escrita no orçamento. Não existe saúde completa sem saúde mental, e esse projeto é uma forma de fortalecer os serviços do SUS para que quem precisa de acolhimento encontre atendimento no momento certo”, concluiu o deputado.



Source link

Categorias
cidades

Após Shakira: Riotur confirma novas edições do Todo Mundo no Rio


A Riotur confirmou, na madrugada deste domingo (3/5), que o evento Todo Mundo no Rio está garantido ao menos até 2028. A iniciativa já reuniu Madonna, Lady Gaga e, nesse sábado (2/5), Shakira, que levou 2 milhões de pessoas à Praia de Copacabana.

O show da colombiana foi o maior da carreira dela, na terceira edição do evento. Antes dela, Madonna recebeu 1,6 milhão de pessoas em 2024 e Lady Gaga reuniu 2,1 milhões em 2025.

Após Shakira: Riotur confirma novas edições do Todo Mundo no Rio - destaque galeria

Fãs se emocionaram com a performance e lotaram as redes sociais com reações
1 de 8

Fãs se emocionaram com a performance e lotaram as redes sociais com reações

Getty Images

Lady Gaga estendeu a bandeira do Brasil durante discurso em show em Copacabana
2 de 8

Lady Gaga estendeu a bandeira do Brasil durante discurso em show em Copacabana

Reprodução/TV Globo

Madonna durante o The Celebration Tour na Praia de Copacabana
3 de 8

Madonna durante o The Celebration Tour na Praia de Copacabana

Buda Mendes/Getty Images

Madonna e Anitta durante a música Vogue
4 de 8

Madonna e Anitta durante a música Vogue

Madonna no palco no Rio de Janeiro
5 de 8

Madonna no palco no Rio de Janeiro

Dhavid Normando/Getty Images

2 milhões de pessoas foram ver Shakira de perto nas areias de Copacabana
6 de 8

2 milhões de pessoas foram ver Shakira de perto nas areias de Copacabana

Buda Mendes/Getty Images

Shakira e Anitta no show da colombiana em Copacabana
7 de 8

Shakira e Anitta no show da colombiana em Copacabana

Reprodução/Globo

Multidão de fãs no show de Shakira em Copacabana
8 de 8

Multidão de fãs no show de Shakira em Copacabana

Reprodução

O recorde oficial de plateia em show internacional na praia, no entanto, ainda pertence a Rod Stewart, que na virada de 1994 para 1995 reuniu entre 3,5 milhões e 4,2 milhões de pessoas em Copacabana, marca reconhecida pelo Guinness como a maior da história.

“Todo Mundo no Rio com Shakira: 2 milhões de pessoas. A Loba fez história no Rio. Pode espalhar porque é número oficial da prefeitura”, escreveu o prefeito Eduardo Cavalieri nas redes sociais.

O show também contou com participações brasileiras: Anitta, Caetano Veloso, Maria Bethânia e Ivete Sangalo dividiram o palco com a estrela latina.

O evento deve movimentar cerca de R$ 800 milhões na economia carioca, com impacto em hotelaria, gastronomia, transporte e comércio, segundo estudo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico em parceria com a Riotur.





Source link

Categorias
cidades

Emendas parlamentares poderão ter fatia obrigatória para saúde mental


Em meio ao avanço dos debates sobre saúde mental no país, o deputado federal Fred Linhares (Republicanos-DF) apresentou um projeto de lei complementar que estabelece a destinação mínima de 5% das emendas parlamentares individuais da área da saúde para ações voltadas ao atendimento psicossocial no Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta altera a Lei Complementar nº 141, de 2012, e busca garantir que políticas de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação em saúde mental passem a contar com orçamento identificado. O texto também inclui iniciativas de redução de danos, cuidado continuado e ampliação da rede de atendimento.

Pelo projeto, os recursos poderão ser aplicados no fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), incluindo Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), ambulatórios especializados, unidades de acolhimento e leitos em hospitais gerais. Também estão previstas ações na atenção primária, programas de prevenção ao suicídio, aquisição de medicamentos e capacitação de profissionais.

A iniciativa, segundo o parlamentar, nasce de uma experiência pessoal recente. Após anunciar afastamento temporário do mandato para tratar crises de pânico, Linhares decidiu transformar o tema em prioridade legislativa. “Quando a gente fala de saúde mental, não está falando de um tema distante. Está falando de famílias, trabalhadores, jovens, idosos e pessoas que muitas vezes sofrem em silêncio. Eu vivi de perto essa realidade e sei que pedir ajuda é um ato de coragem. O poder público também precisa ter coragem para priorizar esse cuidado”, afirmou.

O deputado enfatiza que a medida não implica aumento de gastos públicos nem criação de novas despesas obrigatórias. A reserva mínima será feita dentro do percentual já destinado constitucionalmente à saúde. “Não estamos criando nova despesa. Estamos dizendo que, dentro do dinheiro que já vai para a saúde, uma parte precisa chegar à saúde mental. É uma escolha de prioridade, responsabilidade e transparência”, disse.

Outro ponto central da proposta é a exigência de detalhamento na aplicação dos recursos. As emendas deverão identificar de forma clara a ação, serviço ou unidade beneficiada, o que, na avaliação do autor, amplia o controle social e melhora o planejamento das políticas públicas.

“A saúde mental precisa estar escrita no orçamento. Não existe saúde completa sem saúde mental, e esse projeto é uma forma de fortalecer os serviços do SUS para que quem precisa de acolhimento encontre atendimento no momento certo”, concluiu o deputado.



Source link

Categorias
cidades

Shakira e Ivete Sangalo cantam clássico da MPB em megashow em Copacabana



Ivete Sangalo foi a quarta participação brasileira no show histórico de Shakira em Copacabana



Source link