O campo sintético da AC 03, conjunto 4, no Riacho Fundo, começou a receber nova iluminação pública. A obra, executada pela Companhia Energética de Brasília Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes), prevê a instalação de postes e 45 luminárias, ampliando a estrutura do espaço esportivo.
Com investimento superior a R$ 200 mil, a intervenção vai permitir o uso do campo também no período noturno, ampliando o acesso ao esporte e ao lazer para moradores da região. A expectativa é de que a nova iluminação incentive a prática esportiva e aumente a frequência de usuários.
Além de viabilizar atividades à noite, a melhoria também traz mais sensação de segurança para quem utiliza o espaço e para quem circula nas proximidades, ao melhorar a visibilidade e reduzir áreas de sombra.
A iniciativa faz parte do programa GDF na Sua Porta, que leva serviços e melhorias diretamente às regiões administrativas do Distrito Federal, com foco na qualidade de vida da população.
*Com informações da Companhia Energética de Brasília Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes)
Brasília será palco da segunda reunião do Comitê Setorial de Patrimônio Cultural da União de Cidades Capitais Ibero-Americanas (Ucci), entre os dias 11 e 13 deste mês. Na ocasião, receberá, ainda, o título de Capital Ibero-Americana de Patrimônio Cultural, concedido pela entidade.
Durante três dias, representantes de capitais e grandes cidades onde o português ou espanhol são as línguas predominantes estarão na capital federal para discutir estratégias conjuntas de proteção do patrimônio material e imaterial, intercâmbio de boas práticas, inovação em políticas públicas culturais e fortalecimento da identidade histórica urbana.
Desde 2022 com o título de Capital Ibero-Americana das Culturas, Brasília vem ampliando sua projeção internacional | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
“Brasília já é, desde 2022, a Capital Ibero-Americana das Culturas; agora, ampliamos a projeção internacional como capital do diálogo, da diplomacia e da preservação do patrimônio cultural”, ressalta o secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, responsável pela campanha junto à Ucci para trazer o evento a Brasília.
Capital diferenciada
Reconhecida mundialmente por seu conjunto urbanístico moderno e por sua relevância arquitetônica, Brasília é Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco, desde 1987. A cidade, concebida por Lucio Costa e com obras de Oscar Niemeyer, simboliza a integração entre planejamento urbano, arte e identidade nacional — cenário ideal para sediar debates sobre o futuro da preservação cultural.
“Ao sediar esse encontro, Brasília reafirma sua vocação como cidade que valoriza seu passado enquanto projeta soluções inovadoras para o futuro — não apenas o nosso, mas colaborando com o futuro de todas as cidades ibero-americanas”
Paco Britto, secretário de Relações Internacionais
Durante o evento, estão previstas visitas, mesas-técnicas, apresentação de experiências exitosas, definição de agendas de cooperação e encaminhamentos para ações conjuntas no âmbito da Ucci.
O encontro se concentrará em eixos temáticos que buscam aprofundar as discussões iniciadas em Lima (Peru) em 2025, com especial atenção à inovação, à sustentabilidade do patrimônio cultural, às possíveis políticas públicas necessárias para a preservação do patrimônio e aos desafios do Executivo para atender às necessidades da população e, ao mesmo tempo, preservar o patrimônio cultural.
Brasília busca, ainda, fortalecer as alianças com a Unesco, o Fórum Cultural das Cidades do Mundo (WCCF) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF), além de convidar especialistas de organizações da sociedade civil com experiência em patrimônio moderno, urbanismo e tecnologia aplicada à cultura para o debate e troca de experiências.
Como conclusão do encontro, o grupo que compõe o comitê apresentará uma Carta de Compromisso comum com a preservação, valorização e gestão sustentável do patrimônio cultural. “Ao sediar esse encontro, Brasília reafirma sua vocação como cidade que valoriza seu passado enquanto projeta soluções inovadoras para o futuro — não apenas o nosso, mas colaborando com o futuro de todas as cidades ibero-americanas”, conclui Paco Britto.
A Ucci
A União de Cidades Capitais Ibero-americanas é uma associação internacional de caráter municipal, sem fins lucrativos, que congrega cidades da Ibero-América. Fundada em Madri em 1982, a organização tem como missão principal fortalecer a gestão local, promover a sustentabilidade e melhorar a qualidade de vida em suas cidades.
Representando mais de 76 milhões de habitantes que falam espanhol e português, a Ucci atua como uma plataforma para a cooperação urbana, o intercâmbio de conhecimentos e a disseminação de boas práticas entre seus membros.
Ao longo de mais de quatro décadas, a associação construiu um patrimônio de conhecimento único na Europa e na Ibero-América, impulsionando o desenvolvimento de políticas públicas eficazes e o fortalecimento das capacidades institucionais de seus membros através de alianças estratégicas e programas de capacitação contínua.
Fazem parte da Ucci 29 cidades capitais de 24 países ibero-americanos, das quais 25 são membros natos, que se unem para fomentar a cooperação e o desenvolvimento sustentável. Essa rede permite que as cidades compartilhem experiências e trabalhem em conjunto para enfrentar desafios comuns, aprimorar a qualidade de vida de seus cidadãos e promover o progresso urbano.
As cidades membros são Andorra La Vella (Andorra), Assunção (Paraguai), Barcelona (Espanha), Bogotá (Colômbia), Brasília (Brasil), Buenos Aires (Argentina), Cádiz (Espanha), Caracas (Venezuela), Cidade da Guatemala (Guatemala), Havana (Cuba), La Paz (Bolívia), Lima (Peru), Lisboa (Portugal), Madri (Espanha), Manágua (Nicarágua), Cidade do México (México), Montevidéu (Uruguai), Cidade do Panamá (Panamá), Rio de Janeiro (Brasil), Quito (Equador), San José (Costa Rica), San Juan (Porto Rico), San Salvador (El Salvador), Santiago (Chile), Santo Domingo (República Dominicana), São Paulo (Brasil), Sucre (Bolívia), Tegucigalpa (Honduras) e Porto Príncipe (Haiti).
*Com informações da Secretaria de Relações Internacionais (Serinter-DF)
A combinação entre queda nos roubos, baixa letalidade e políticas integradas de segurança mantém o Distrito Federal na segunda posição entre as capitais mais seguras do país. Os resultados fazem parte do 2º Anuário de Segurança Pública da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), que também aponta uma das menores taxas de homicídio já registradas na capital.
Segundo o secretário de Segurança Pública (SSP-DF) interino, Alexandre Patury, a manutenção dos índices positivos se deve, principalmente, à integração entre as forças de segurança e a sociedade civil. Ele destacou a atuação dos conselhos comunitários de segurança (Consegs) e reforçou que a segurança pública vai além da ação policial, envolvendo também educação, esporte e participação social. “Não é uma medida isolada, mas um conjunto de ações que tem garantido a redução dos índices, especialmente nos últimos três anos. Nossa expectativa é avançar ainda mais e alcançar o primeiro lugar em 2026”, afirmou.
“O anuário aponta, por exemplo, que havia maior incidência de homicídios em distribuidoras durante a madrugada, entre a meia-noite e as 6h, nos fins de semana. A partir disso, regulamentamos o horário de funcionamento, o que reduziu esses crimes em cerca de 70%”, explicou o chefe da pasta.
Ele também destacou ações como abordagens em áreas com maior vulnerabilidade, apreensão de armas brancas e operações focadas em regiões com maior mancha criminal, como Asa Norte, Taguatinga e Ceilândia. “É um conjunto de medidas que têm reduzido os índices. Só nos primeiros quatro meses de 2026, já registramos cerca de 30 homicídios a menos em relação ao mesmo período do ano passado, o que reforça nossa expectativa de avançar ainda mais e disputar o primeiro lugar como a capital mais segura do país”, ressaltou.
Atualmente, o DF registra a menor taxa de mortes por intervenção legal no país, segundo o anuário. Com 15 ocorrências em 2025, o resultado mantém o histórico de baixa letalidade policial na capital e reflete uma política baseada em capacitação contínua, uso progressivo da força e respeito aos direitos humanos, fatores que contribuem para fortalecer a confiança da população nas forças de segurança.
Reforço na segurança e respeito aos direitos humanos contribuem para que o DF tenha a menor taxa de mortes por intervenção legal no país | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília
Outros índices
A segunda edição do Anuário de Segurança Pública do Distrito Federal amplia o escopo da análise ao trazer um recorte dos últimos dez anos das principais modalidades criminosas. Diferentemente da primeira edição, que se concentrou nos crimes violentos letais intencionais, aqueles que resultaram em morte, e nos casos de desaparecimento no DF, esta versão avança para o estudo da criminalidade violenta patrimonial, que impacta diretamente o sentimento de segurança da população e influencia a percepção do medo do crime.
Os dados mostram que os roubos em comércio recuaram 29% no DF em 2025, e sete regiões administrativas não registraram ocorrências no período. O levantamento indica ainda que 68% dos casos se concentram em oito regiões, o que evidencia a priorização territorial e a atuação orientada por dados no enfrentamento a esse tipo de crime. Nesse contexto, a gestão baseada em evidências direciona o patrulhamento, a inteligência e as ações de prevenção situacional para áreas críticas, com impacto direto na sensação de segurança e no planejamento operacional.
No caso do roubo de veículos, houve queda de 16% em 2025, com 860 ocorrências registradas, contra 1.018 no ano anterior. Na série histórica, a redução acumulada chega a 85% na última década. “O roubo de veículos apresenta queda consistente e funciona como um dos indicadores mais confiáveis da criminalidade, já que praticamente não há subnotificação, devido à obrigatoriedade de registro para acionamento de seguros e questões administrativas”, explica o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto.
“Já a queda de roubo em comércio é reflexo tanto das estratégias de enfrentamento quanto de mudanças no comportamento social, como o uso de meios de pagamento digitais e o aumento de sistemas de segurança, que reduzem a atratividade desse tipo de crime”, complementa George.
O Distrito Federal antecipou as ações de enfrentamento aos incêndios florestais e já iniciou uma série de intervenções em áreas ambientais antes da chegada do período de seca. A estratégia aposta no uso controlado do fogo como ferramenta para evitar queimadas de grandes proporções nos próximos meses.
Coordenada pelo Instituto Brasília Ambiental, a iniciativa será aplicada em 13 unidades de conservação entre maio e junho. A proposta é reduzir o volume de vegetação seca acumulada, considerada um dos principais fatores que intensificam incêndios durante a estiagem.
As primeiras ações ocorrem no Parque Ecológico do Tororó, onde equipes realizam a abertura de aceiros para conter possíveis chamas, e na Estação Ecológica Águas Emendadas, que recebe a aplicação da queima prescrita em área previamente definida e monitorada.
De acordo com o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, a técnica é utilizada de forma estratégica para evitar danos maiores no futuro. “A gente realiza esse manejo antes da seca, quando ainda há umidade no solo, o que permite manter o controle do fogo e direcionar a ação principalmente para espécies invasoras”, afirmou.
O gestor destacou que o foco é reduzir a presença de gramíneas exóticas, como a braquiária, que contribuem para a propagação de incêndios mais intensos. “Essas plantas acumulam muito material inflamável e, quando queimam, geram chamas mais altas e duradouras, o que pode agravar bastante os incêndios e afetar áreas sensíveis”, explicou.
Segundo ele, além de diminuir o risco, as intervenções também ajudam a proteger regiões mais vulneráveis dentro das unidades. “Essas áreas funcionam como uma espécie de barreira, protegendo ambientes importantes, como veredas e matas nativas do Cerrado”, completou.
A ação faz parte do planejamento anual de prevenção e mobiliza equipes especializadas para atuar de forma controlada. A expectativa é reduzir a ocorrência de grandes incêndios e preservar o Cerrado ao longo do período mais crítico do ano.
A semana começou com uma oportunidade para moradores de Riacho Fundo II avançarem na regularização de seus imóveis sem sair da região. A Carreta da Regularização, iniciativa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), está instalada no Quadradão Cultural e segue com atendimentos até sexta-feira (8).
O serviço funciona das 9h às 16h, sem necessidade de agendamento. No local, a população encontra uma estrutura com oito pontos de atendimento voltados à orientação técnica, ao recebimento de documentos e ao encaminhamento de processos ligados à regularização fundiária.
A ação integra o programa GDF na sua Porta, promovido pelo Governo do Distrito Federal, que tem como foco levar serviços públicos diretamente às regiões administrativas, reduzindo a distância entre o cidadão e o atendimento.
Na prática, a carreta atua como um posto avançado da política habitacional. Dependendo da situação do morador, é possível até concluir etapas importantes do processo e sair com a escritura do imóvel, garantindo segurança jurídica e acesso pleno à propriedade.
O diretor-presidente da Codhab-DF, Marcelo Fagundes, destacou a importância da iniciativa para acelerar soluções que, muitas vezes, demoram meses. “Ao levarmos o atendimento até onde as pessoas estão, conseguimos ampliar o alcance dos serviços e dar mais rapidez à regularização, aproximando o governo da população e garantindo mais segurança para as famílias”, afirmou.
O projeto itinerante já passou por regiões como Arapoanga, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia, levando atendimento a milhares de moradores e fortalecendo as ações de regularização no Distrito Federal.
A expectativa é de que a ação no Riacho Fundo II contribua para reduzir a informalidade habitacional e facilite o acesso da população a direitos ligados à moradia.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3214-1874 e (61) 3214-1858 ou no site oficial da Codhab-DF.
A semana começou com uma oportunidade para moradores de Riacho Fundo II avançarem na regularização de seus imóveis sem sair da região. A Carreta da Regularização, iniciativa da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), está instalada no Quadradão Cultural e segue com atendimentos até sexta-feira (8).
O serviço funciona das 9h às 16h, sem necessidade de agendamento. No local, a população encontra uma estrutura com oito pontos de atendimento voltados à orientação técnica, ao recebimento de documentos e ao encaminhamento de processos ligados à regularização fundiária.
A ação integra o programa GDF na sua Porta, promovido pelo Governo do Distrito Federal, que tem como foco levar serviços públicos diretamente às regiões administrativas, reduzindo a distância entre o cidadão e o atendimento.
Na prática, a carreta atua como um posto avançado da política habitacional. Dependendo da situação do morador, é possível até concluir etapas importantes do processo e sair com a escritura do imóvel, garantindo segurança jurídica e acesso pleno à propriedade.
O diretor-presidente da Codhab-DF, Marcelo Fagundes, destacou a importância da iniciativa para acelerar soluções que, muitas vezes, demoram meses. “Ao levarmos o atendimento até onde as pessoas estão, conseguimos ampliar o alcance dos serviços e dar mais rapidez à regularização, aproximando o governo da população e garantindo mais segurança para as famílias”, afirmou.
O projeto itinerante já passou por regiões como Arapoanga, São Sebastião, Brazlândia e Samambaia, levando atendimento a milhares de moradores e fortalecendo as ações de regularização no Distrito Federal.
A expectativa é de que a ação no Riacho Fundo II contribua para reduzir a informalidade habitacional e facilite o acesso da população a direitos ligados à moradia.
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 3214-1874 e (61) 3214-1858 ou no site oficial da Codhab-DF.
O Governo do Distrito Federal (GDF) transferiu, nesta segunda-feira, 4, o núcleo de suas operações de atendimento direto para o Riacho Fundo II. A terceira edição do programa “GDF na sua Porta”, instalada no Quadradão Cultural da QN 10, marca uma nova etapa da estratégia da governadora Celina Leão de descentralizar a gestão e agilizar as chamadas demandas de “zeladoria” — reparos urbanos que impactam o cotidiano imediato das regiões administrativas.
Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília
Durante a abertura do evento, que segue até sexta-feira, 8,a governadora Celina Leão autorizou um pacote de 31 ordens de serviço. As intervenções focam na infraestrutura de lazer e segurança da cidade, incluindo a reforma de calçadas nos Caubs I e II, a revitalização de nove quadras poliesportivas e a modernização da iluminação pública com a instalação de lâmpadas de LED em campos sintéticos e vias de acesso.
“O GDF na sua Porta é, realmente, o governo com o olhar do cidadão”, afirmou a governadora, destacando que a iniciativa permite dar ordens de serviço imediatas a partir da escuta das demandas locais. O programa, que foi o primeiro ato oficial de Celina como governadora em março, já passou pelo Itapoã e pelo Paranoá, consolidando um modelo de gestão itinerante.
Confira as ordens de serviços assinadas pela governadora Celina Leão:
Reforma das calçadas do Combinados Agrourbanos de Brasília – Caubs I e II; Reforma da Quadra Poliesportiva do Caub I; Reforma da Quadra Poliesportiva do Caub II; Reforma da Quadra Poliesportiva da QS 14; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 02; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 04; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 05; Reforma da Quadra Poliesportiva da QS 06; Reforma da Quadra Poliesportiva da QN 7D; Reinstalação de Parquinhos nas QN 5C, QN 12D e QN 12B; Reinstalação de Parquinhos nas QN 14D e QN 33; Reinstalação de Parquinhos no Caub I, no Caub II e na QS 09; Reinstalação de Parquinhos nas QC 04, QC 06 e QC 05; Reinstalação de Parquinhos nas QS 15, QS 19 e QS 05; Reinstalação de Parquinhos nas QN 22, QN 24 e QN 26; Reinstalação de Pontos de Encontro Comunitário (PECs) nas QN 5C, QN 5B e QN7B; Reinstalação de dois PECs na QN 16 e um na QN 14D; Reinstalação de PECs nas QN 12B, QC 01 e QN 12D; Reinstalação de PECs nas QN 15A, QN 33 e QN7D; Reinstalação de PECs nas QC 04, QC 02 e QC 06; Reinstalação de PECs nas QS 06, QS 14 e QS 20; Reinstalação de PECs nas QN 8E, QN 15C e QN14F; Reinstalação de PECs na QN 29, no Caub I, no Caub II e na QS 16; Reinstalação de PECs nas QN 23 e QN 25; Implantação de iluminação em LED no campo sintético do Caub II; Implantação de iluminação em LED no campo sintético da QC-03, Conj. 4; Implantação de iluminação em LED no campo sintético da QN-34; Instalação de refletores LED na quadra de tênis da QC-05, Conj. 3; Implantação de iluminação em LED na praça da quadra de esporte da QN 7D; Implantação de iluminação em LED na via de acesso ao Caub I; Implantação de postes de iluminação pública na Quadra 22, Conj. 4.
Além das obras de infraestrutura, o mutirão concentra mais de 40 órgãos públicos em um único espaço. O objetivo é reduzir a burocracia para serviços essenciais. Moradores da região podem realizar desde a emissão de carteira de identidade (RG) e busca por oportunidades de emprego na Agência do Trabalhador até atendimentos de saúde bucal e vacinação.
O braço social e econômico também ganha fôlego com a presença do Sebrae, que oferece cursos de qualificação, e da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR). Durante o lançamento nesta segunda, o governo entregou quatro Contratos de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDUs), avançando na pauta da regularização fundiária rural.
Para quem busca resolver pendências, órgãos como Neoenergia, Caesb, Detran e Defensoria Pública também estão com guichês de atendimento no local. A estrutura montada ao lado do Restaurante Comunitário visa garantir que o fluxo de serviços urbanos e sociais chegue de forma coordenada a uma das áreas de maior crescimento do DF.
O Governo do Distrito Federal (GDF) transferiu, nesta segunda-feira, 4, o núcleo de suas operações de atendimento direto para o Riacho Fundo II. A terceira edição do programa “GDF na sua Porta”, instalada no Quadradão Cultural da QN 10, marca uma nova etapa da estratégia da governadora Celina Leão de descentralizar a gestão e agilizar as chamadas demandas de “zeladoria” — reparos urbanos que impactam o cotidiano imediato das regiões administrativas.
Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília
Durante a abertura do evento, que segue até sexta-feira, 8,a governadora Celina Leão autorizou um pacote de 31 ordens de serviço. As intervenções focam na infraestrutura de lazer e segurança da cidade, incluindo a reforma de calçadas nos Caubs I e II, a revitalização de nove quadras poliesportivas e a modernização da iluminação pública com a instalação de lâmpadas de LED em campos sintéticos e vias de acesso.
“O GDF na sua Porta é, realmente, o governo com o olhar do cidadão”, afirmou a governadora, destacando que a iniciativa permite dar ordens de serviço imediatas a partir da escuta das demandas locais. O programa, que foi o primeiro ato oficial de Celina como governadora em março, já passou pelo Itapoã e pelo Paranoá, consolidando um modelo de gestão itinerante.
Confira as ordens de serviços assinadas pela governadora Celina Leão:
Reforma das calçadas do Combinados Agrourbanos de Brasília – Caubs I e II; Reforma da Quadra Poliesportiva do Caub I; Reforma da Quadra Poliesportiva do Caub II; Reforma da Quadra Poliesportiva da QS 14; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 02; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 04; Reforma da Quadra Poliesportiva da QC 05; Reforma da Quadra Poliesportiva da QS 06; Reforma da Quadra Poliesportiva da QN 7D; Reinstalação de Parquinhos nas QN 5C, QN 12D e QN 12B; Reinstalação de Parquinhos nas QN 14D e QN 33; Reinstalação de Parquinhos no Caub I, no Caub II e na QS 09; Reinstalação de Parquinhos nas QC 04, QC 06 e QC 05; Reinstalação de Parquinhos nas QS 15, QS 19 e QS 05; Reinstalação de Parquinhos nas QN 22, QN 24 e QN 26; Reinstalação de Pontos de Encontro Comunitário (PECs) nas QN 5C, QN 5B e QN7B; Reinstalação de dois PECs na QN 16 e um na QN 14D; Reinstalação de PECs nas QN 12B, QC 01 e QN 12D; Reinstalação de PECs nas QN 15A, QN 33 e QN7D; Reinstalação de PECs nas QC 04, QC 02 e QC 06; Reinstalação de PECs nas QS 06, QS 14 e QS 20; Reinstalação de PECs nas QN 8E, QN 15C e QN14F; Reinstalação de PECs na QN 29, no Caub I, no Caub II e na QS 16; Reinstalação de PECs nas QN 23 e QN 25; Implantação de iluminação em LED no campo sintético do Caub II; Implantação de iluminação em LED no campo sintético da QC-03, Conj. 4; Implantação de iluminação em LED no campo sintético da QN-34; Instalação de refletores LED na quadra de tênis da QC-05, Conj. 3; Implantação de iluminação em LED na praça da quadra de esporte da QN 7D; Implantação de iluminação em LED na via de acesso ao Caub I; Implantação de postes de iluminação pública na Quadra 22, Conj. 4.
Além das obras de infraestrutura, o mutirão concentra mais de 40 órgãos públicos em um único espaço. O objetivo é reduzir a burocracia para serviços essenciais. Moradores da região podem realizar desde a emissão de carteira de identidade (RG) e busca por oportunidades de emprego na Agência do Trabalhador até atendimentos de saúde bucal e vacinação.
O braço social e econômico também ganha fôlego com a presença do Sebrae, que oferece cursos de qualificação, e da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR). Durante o lançamento nesta segunda, o governo entregou quatro Contratos de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDUs), avançando na pauta da regularização fundiária rural.
Para quem busca resolver pendências, órgãos como Neoenergia, Caesb, Detran e Defensoria Pública também estão com guichês de atendimento no local. A estrutura montada ao lado do Restaurante Comunitário visa garantir que o fluxo de serviços urbanos e sociais chegue de forma coordenada a uma das áreas de maior crescimento do DF.
Com a proximidade do calendário eleitoral, o clima político no Distrito Federal começa a esquentar. Mas, além das alianças e palanques, um fenômeno preocupante salta aos olhos de quem navega pelas redes: o aumento de ataques que não focam em propostas, mas sim na desqualificação pessoal. O alvo da vez tem sido a governadora Celina Leão(PP), que já sinalizou sua pré-candidatura ao GDF para 2026.
Não se engane: discordar de um governo é um direito de todo cidadão e faz parte da democracia. O problema começa quando a crítica vira Violência Política de Gênero. Mas o que isso significa na prática?
Diferente de um debate sobre obras ou projetos, esse tipo de violência tenta “minar” a imagem da mulher através de ataques simbólicos. É o uso de informações distorcidas, postagens que buscam o constrangimento público e a criação de narrativas que tentam pintar a gestora como “incapaz” ou “emocional”, termos raramente usados contra homens em posições de poder.
“Modus Operandi”
Desde que assumiu o comando do Distrito Federal em 30 de março, Celina Leão tem enfrentado uma enxurrada de posts “vexatórios” e informações inconsistentes. Com o objetivo é de uma percepção negativa na mente do eleitor antes mesmo da campanha oficial começar. No caso da governadora, a tática costuma usar:
Informações fora de contexto: Dados manipulados para gerar indignação desnecessária.
Ataques à imagem: Focar em aspectos que nada têm a ver com a gestão pública, mas que visam ferir a reputação pessoal.
Descrédito constante: Tentar apagar os avanços da gestão, tentando vender áa ideia de “crise”
Por que isso acontece agora?
A resposta está no calendário. Estamos em um período de pré-campanha para 2026. Em um cenário onde as mulheres ocupam cada vez mais espaço, Celina Leão é a primeira mulher a comandar o DF de forma plena neste ciclo ,o sistema político tradicional muitas vezes reage com o que chamamos de violência simbólica. É uma tentativa de dizer, nas entrelinhas, que aquele lugar não pertence a elas.
Fique de Olho!
Como eleitor e leitor de notícias, é preciso separar o joio do trigo. A crítica construtiva foca no trabalho; a violência de gênero foca na pessoa. Quando você ver um post que tenta ridicularizar uma mulher pública sem apresentar dados reais ou focar apenas em fofocas e distorções, você pode estar diante de uma peça de violência política.
A política do Distrito Federal precisa de debates sérios. Quando permitimos que a violência de gênero domine as redes, quem perde é a democracia. O debate de ideias deve ser livre e intenso, mas o respeito às instituições e às pessoas deve ser o limite.
A pergunta que fica para o eleitor é: estamos avaliando o trabalho ou sendo levados por campanhas de difamação? O futuro do DF em 2026 depende dessa lucidez.
Com a proximidade do calendário eleitoral, o clima político no Distrito Federal começa a esquentar. Mas, além das alianças e palanques, um fenômeno preocupante salta aos olhos de quem navega pelas redes: o aumento de ataques que não focam em propostas, mas sim na desqualificação pessoal. O alvo da vez tem sido a governadora Celina Leão(PP), que já sinalizou sua pré-candidatura ao GDF para 2026.
Não se engane: discordar de um governo é um direito de todo cidadão e faz parte da democracia. O problema começa quando a crítica vira Violência Política de Gênero. Mas o que isso significa na prática?
Diferente de um debate sobre obras ou projetos, esse tipo de violência tenta “minar” a imagem da mulher através de ataques simbólicos. É o uso de informações distorcidas, postagens que buscam o constrangimento público e a criação de narrativas que tentam pintar a gestora como “incapaz” ou “emocional”, termos raramente usados contra homens em posições de poder.
“Modus Operandi”
Desde que assumiu o comando do Distrito Federal em 30 de março, Celina Leão tem enfrentado uma enxurrada de posts “vexatórios” e informações inconsistentes. Com o objetivo é de uma percepção negativa na mente do eleitor antes mesmo da campanha oficial começar. No caso da governadora, a tática costuma usar:
Informações fora de contexto: Dados manipulados para gerar indignação desnecessária.
Ataques à imagem: Focar em aspectos que nada têm a ver com a gestão pública, mas que visam ferir a reputação pessoal.
Descrédito constante: Tentar apagar os avanços da gestão, tentando vender áa ideia de “crise”
Por que isso acontece agora?
A resposta está no calendário. Estamos em um período de pré-campanha para 2026. Em um cenário onde as mulheres ocupam cada vez mais espaço, Celina Leão é a primeira mulher a comandar o DF de forma plena neste ciclo ,o sistema político tradicional muitas vezes reage com o que chamamos de violência simbólica. É uma tentativa de dizer, nas entrelinhas, que aquele lugar não pertence a elas.
Fique de Olho!
Como eleitor e leitor de notícias, é preciso separar o joio do trigo. A crítica construtiva foca no trabalho; a violência de gênero foca na pessoa. Quando você ver um post que tenta ridicularizar uma mulher pública sem apresentar dados reais ou focar apenas em fofocas e distorções, você pode estar diante de uma peça de violência política.
A política do Distrito Federal precisa de debates sérios. Quando permitimos que a violência de gênero domine as redes, quem perde é a democracia. O debate de ideias deve ser livre e intenso, mas o respeito às instituições e às pessoas deve ser o limite.
A pergunta que fica para o eleitor é: estamos avaliando o trabalho ou sendo levados por campanhas de difamação? O futuro do DF em 2026 depende dessa lucidez.